MEMÓRIAS E PERFUMES DO CAFÉ: UMA HISTÓRIA DESDE A PRIMEIRA REPÚBLICA NO ESTADO DE SÃO PAULO
COMENTÁRIOS:
Antônio Carlos deixou um novo comentário sobre a sua postagem
" A HISTÓRIA DO CAFÉ" : MAURICIO SQUARISI, MEU AM...":
Fui presenteado com um selo e mandaram escolher os dez blogs de amigos para serem homenageados. Você foi um dos escolhidos. Vá lá e pegue o seu selo, neste endereço: http://carlos-geografia.blogspot.com/2011/06/meu-presente.html
Ferramenta criada para a disciplina “Tópicos Avançados em Ambiente e Sociedade I”oferecida pelo Nepam - Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais da Unicamp com o objetivo de propor discussões sobre educação, ambiente e sociedade a partir de materiais provenientes de diferentes áreas, incentivando e permitindo o encontro com a diversidade do pensamento.
IMPOSTOS EM SÃO PAULO
terça-feira, 28 de junho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
"PÍLULAS DE LUCIDEZ" ! REFLEXÕES SOBRE O CAPITALISMO MODERNO
"Montado a partir de testemunhos pessoais, como do Prêmio Nobel de Literatura, José Saramago, e o politólogo Samir Nair, Ignácio Ramonet, o músico Manu Chao, que falaram sobre o modo em que o modelo de globalização tem sido levado a cabo no mundo."
sexta-feira, 10 de junho de 2011
ÁGUAS EMENDADAS
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Um passarinho me contou... |
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Heleno Corrêa |
O arquiteto aposentado e fotógrafo Tancredo Maia faz parte do grupo Oito fotógrafos e um destino: Águas Emendadas que está fazendo o levantamento fotográfico da Estação Ecológica Águas Emendadas. Em mensagem de divulgação, o conceituado fotógrafo nos convida a conhecer mais sobre este projeto. Vale muito à pena!
Visite o blog http://www.aguasemendadas.com/2011/05/oito-fotografos-e-um-destino-aguas.html
Cordialmente, Movimento Cidadão Park Way, Núcleos Rurais
Vargem Bonita e Córrego da Onça
Consulta Eletrônica
BARROS, M. A G. Brasília, UnB,
1997.
EMPRESA
BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA (EMBRAPA). Brasília, EMBRAPA, 1992 (2a
Ed.).
GOVERNO do
Distrito Federal. Fundação Zoobotânica do Distrito Federal, Secretaria de
Agricultura Produção. Maio de
1977.
IBAMA. Instrução
Normativa nº 03 de 27 de maio de 2003. -LEI FEDERAL No
9.985/2000. (SNUC).
UNESCO. Brasília, UNESCO,
MAB, Reserva da Biosfera do Cerrado, 2003.
Via Ecológica (www.viaecologica.com.br/ecoguias/planalto/roteiros/brasilia
)
Ambiente Brasil (www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=13627
)
Companheiros
Andarilhos de Brasília (www.cabra.org.br/informativo/2003_04)
Secretaria de
Estado de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do DF (www.semarh.df.gov.br )
Ministério
Público do Distrito Federal e Territórios (www.mpdft.gov.br/assjur/ldf/1992/353
)
Base de Dados Tropical (www.bdt.fat.org.br/zoologia/aves/avesdf/texto
)
CORREÇÃO PARA "EMENDAR ÁGUAS" !
Não são 3 bacias nas águas emendadas - são duas. Um
dos córregos vai para o Tocantis e não para o Rio Araguaia. Ou seja - minha geografia está completamente
errada. Também quem manda não estudar.Mas as Aguas EMENDADAS "existem. O link e o PDF
estão aí. O Joaquim encontrou e corrigiu. Os detalhes estão na página
8. Divirtam-se. Heleno.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
MOÇÃO PELA VIDA E CONTRA OS AGROTÓXICOS
FÓRUM
PEMANENTE CONTRA OS AGROTÓXICOS E PELA VIDA
Na aurora das ciências e avanços teconlógicos, a
humanidade ainda não inventou algo que substitua o alimento necessário ao bom
funcionamento do organismo. Após o paleolítico, ocasião em que o Homo
sapiens deixou de ser nômade e passou a ser agricultor (8000 a.C.), inúmeras
transformações ocorreram em função do poder instituído na humanidade, afetando
as águas, as terras, o fogo e os ares. Adotando um modelo desenfreado de
desenvolvimento, numa visão imediatista de lucro da minoria, testemunhamos a
exclusão social e as injustiças ambientais que assolam o mundo. Sob o falso
discurso de ser celeiro da humanidade, grande parte dos alimentos produzidos
pelo agronegócio mato-grossense serve para refeição às vacas
holandesas.O uso e o nível de agrotóxicos, como fruto deste manejo
sem ética, compromete a qualidade dos alimentos para o consumo humano e animal,
provoca poluição, corrobora com as mudanças ambientais negativas, provoca
competições desonestas, aumenta cada vez mais o abismo entre ricos e pobres e
até impede que agricultores da agroecologia mantenham sua produção sadia e
certificada. A insustentabilidade da vida mato-grossense não é somente
instituída pelo governo, como estimulada essencialmente pelo manejo agrícola
mecanizado e baseado em agroquímicos.Para a defesa da sustentabilidade instituinte e
planetária, os participantes deste fórum permanente contra os agrotóxicos e pela
vida, manifestam-se:
ü Pela defesa do
código florestal como parte da sustentabilidade planetária, que não tenha
meramente um interesse econômico, nem seu objeto e muito menos o final
almejado;
ü Por um
zoneamento participativo, discutido e proposto no bojo do Grupo de Trabalho de
Mobilização Social e que favoreça a agricultura familiar e a valorização do mapa
social;
ü Pelo repúdio
aos megaprojetos de hidrelétricas como Belo Monte, além das inúmeras PCH que
destroem a natureza e a cultura e, assim, também pela suspensão de qualquer obra
que venha prejudicar a integridade ambiental e também dos povos do Pantanal, com
a imediata retirada do projeto de hidrovia Paraguai-Paraná do Programa de
Aceleração do Crescimento (PAC);
ü Pela
concordância da “Moção contra o uso dos agrotóxicos e pela vida” aprovada
durante a realização do V Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em
Saúde (São Paulo, USP, 20 de abril de 2011) em seus tópicos:
Proibir a pulverização aérea de agrotóxicos, tendo em vista a grande e acelerada
expansão desta forma de aplicação de venenos, especialmente em áreas de
monocultivos; Suspender as isenções de ICMS, PIS/PASEP, COFINS e IPI concedidas
aos agrotóxicos; e Elaborar e implementar um conjunto de Políticas Públicas que
viabilizem a superação do sistema do agronegócio e a transição para o sistema da
Agroecologia;
ü Pela defesa da
autonomia das ciências éticas, que metodologicamente se inscrevem na soberania
científica e essencialmente no compromisso político dos cientistas, seja na área
da saúde, ecologia, educação, sociologia ou qualquer outra área do conhecimento
e, portanto, repúdio a todo tipo de represália às pesquisas que evidenciem os
danos causados pelos agroquímicos; (Pela valorização das pesquisas que
evidenciem os danos causados pelos agroquímicos e proteção dos
cientistas);
ü Pela criação de
programas de pesquisa sobre os impactos dos agroquímicos na saúde, no meio
ambiente e nos alimentos e consequente análise de resíduos nos produtos do
agronegócio exportador, além do apoio às vítimas de contaminação;
ü Pela
sensibilização dos conselheiros municipais de saúde, em especial o segmento dos
usuários, quanto aos impactos na saúde e no meio ambiente, provocados pelo uso
de agrotóxicos;
ü Pela defesa dos
Direitos Humanos, em especial ao estudo e intervenção da Comissão Pastoral da
Terra (CPT) sobre as ameaças de morte em MT e erradicação imediata do trabalho
escravo e da violência instituída no campo;
ü Pela defesa das
vidas dos povos e comunidades tradicionais e grupos sociais vulneráveis, como os
povos indígenas, quilombolas, pescadores artesanais, artesãos, agricultores
familiares, retireiros do Araguaia, seringueiros, trabalhadores do carvão e
tantos outros grupos marginalizados pelo poder econômico;
ü Pela justiça
socioambiental do campo e pela liberdade e autonomia dos sindicatos dos
trabalhadores rurais na luta pela vida, e o nosso repúdio às ameaças de morte
aos que combatem os agrotóxicos;
ü Pela
responsabilização legal e penal daqueles que utilizam os agroquímicos, assumindo
os riscos das externalidades advindas de seu uso no meio rural e
urbano;
ü Pela proibição,
no Brasil, da propaganda e uso de agrotóxicos já proibidos em outros países
(especialmente na Europa) e sua equiparação à mesma condição de outras
substâncias perigosas, com transporte e uso controlados; Por propagandas na
mídia de massa que mostrem os males causados por agrotóxicos nas pesquisas
feitas durante os últimos anos, que equiparam-nos às drogas tóxicas;
ü Pela defesa das
zonas de amortecimento ao redor de vilas, cidades, terras indígenas e unidades
de conservação em regiões agrícolas;
ü Pelo apoio
efetivo e oficial aos agricultores familiares na conversão para modelos de
agricultura de base ecológica;
ü Pela elaboração
de políticas públicas (nos níveis municipal, estadual e federal) que viabilizem
a agroecologia;
ü Pela defesa e
valorização da agricultura familiar, considerando sua autonomia das sementes e
técnicas tradicionais;
ü Pelo direito a
um ambiente limpo, livre de agrotóxicos e transgênicos em que as populações com
seus direitos velados tenham condições de justiça;
ü Pela defesa
ampla, irrestrita e permanente da biodiversidade e de todos os elementos que
tecem uma humanidade ética, socialmente inclusiva e ecologicamente
protegida.
PELA DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS E DA
TERRA !
Aprovada pela
plenária final do Fórum Permanente contra o agrotóxico e pela vida, em 03 de
junho de 2011, na ADUFMAT-UFMT, município de Cuiabá, MT.
sábado, 4 de junho de 2011
O CHORO DO GUERREIRO....click no título
![]() |
Raoni chora após a decisão |
" É oficial! O Brasil deu sua aprovação final para a construção da barragem de Belo Monte. A licença foi emitida na quarta-feira 01 de junho a um consórcio de empresas brasileiras, Energia Norte, pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA).É um golpe para todos os povos indígenas e ativistas, que durante anos liderou uma luta sem tréguas contra a realização deste projeto. Isso significa que o assassinato de uma porção da floresta amazônica, o desaparecimento dos peixes, a principal fonte de energia de 14 tribos que habitam as margens do Xingu e as deslocalizações de cerca de 40.000 pessoas...
MEMÓRIA DO BLOG
DIA DA TERRA: "NÓS, INDÍGENAS DO XINGÚ, NÃO QUEREMOS
BELO MONTE"
Valor Econômico - 20/04/2010 Autor(es): Cacique Bet Kamati Kayapó, Cacique Raoni Kayapó e Yakareti
Juruna
Nós, indígenas do Xingu, estamos aqui brigando pelo nosso povo, pelas
nossas terras, mas lutamos também pelo futuro do mundoO presidente Lula
disse na semana passada que ele se preocupa com os índios e com a
Amazônia, e que não quer ONGs internacionais falando contra Belo Monte.
Nós não somos ONGs internacionais.
Nós, 62 lideranças indígenas das aldeias Bacajá, Mrotidjam, Kararaô,
Terra-Wanga, Boa Vista Km 17, Tukamã, Kapoto, Moikarako, Aykre,
Kiketrum, Potikro, Tukaia, Mentutire, Omekrankum, Cakamkubem e
Pokaimone, já sofremos muitas invasões e ameaças. Quando os portugueses
chegaram ao Brasil, nós índios já estávamos aqui e muitos morreram e
perderam enormes territórios, perdemos muitos dos direitos que tínhamos,
muitos perderam parte de suas culturas e outros povos sumiram
completamente. Nosso açougue é o mato, nosso mercado é o rio. Não
queremos mais que mexam nos rios do Xingu e nem ameacem mais nossas
aldeias e nossas crianças, que vão crescer com nossa cultura.Não
aceitamos a hidrelétrica de Belo Monte porque entendemos que a usina só
vai trazer mais destruição para nossa região. Não estamos pensando só no
local onde querem construir a barragem, mas em toda a destruição que a
barragem pode trazer no futuro: mais empresas, mais fazendas, mais
invasões de terra, mais conflitos e mais barragem depois. Do jeito que o
homem branco está fazendo, tudo será destruído muito rápido. Nós
perguntamos: o que mais o governo quer? Pra que mais energia com tanta
destruição?
Já fizemos muitas reuniões e grandes encontros contra Belo Monte, como
em 1989 e 2008 em Altamira-PA, e em 2009 na Aldeia Piaraçu, nas quais
muitas das lideranças daqui estiveram presentes. Já falamos pessoalmente
para o presidente Lula que não queremos essa barragem, e ele nos
prometeu que essa usina não seria enfiada goela abaixo. Já falamos
também com a Eletronorte e Eletrobrás, com a Funai e com o Ibama. Já
alertamos o governo que se essa barragem acontecer, vai ter guerra. O
Governo não entendeu nosso recado e desafiou os povos indígenas de novo,
falando que vai construir a barragem de qualquer jeito. Quando o
presidente Lula fala isso, mostra que pouco está se importando com o que
os povos indígenas falam, e que não conhece os nossos direitos. Um
exemplo dessa falta de respeito é marcar o leilão de Belo Monte na
semana dos povos indígenas.
Por isso nós, povos indígenas da região do Xingu, convidamos de novo o
James Cameron e sua equipe, representantes do Movimento Xingu Vivo para
Sempre (como o movimento de mulheres, ISA e CIMI, Amazon Watch e outras
organizações). Queremos que nos ajudem a levar o nosso recado para o
mundo inteiro e para os brasileiros, que ainda não conhecem e que não
sabem o que está acontecendo no Xingu. Fizemos esse convite porque vemos
que tem gente de muitos lugares do Brasil e estrangeiros que querem
ajudar a proteger os povos indígenas e os territórios de nossos povos.
Essas pessoas são muito bem-vindas entre nós.Nós estamos aqui brigando
pelo nosso povo, pelas nossas terras, pelas nossas florestas, pelos
nossos rios, pelos nossos filhos e em honra aos nossos antepassados.
Lutamos também pelo futuro do mundo, pois sabemos que essas florestas
trazem benefícios não só para os índios, mas para o povo do Brasil e do
mundo inteiro. Sabemos também que sem essas florestas, muitos povos irão
sofrer muito mais, pois já estão sofrendo com o que já foi destruído
até agora. Pois tudo está ligado, como o sangue que une uma família.O
mundo tem que saber o que está acontecendo aqui, perceber que destruindo
as florestas e povos indígenas, estarão destruindo o mundo inteiro. Por
isso não queremos Belo Monte. Belo Monte representa a destruição de
nosso povo.Para encerrar, dizemos que estamos prontos, fortes, duros
para lutar, e lembramos de um pedaço de uma carta que um parente
indígena americano falou para o presidente deles muito tempo atrás: " Só
quando o homem branco destruir a floresta, matar todos os peixes, matar
todos os animais e acabar com todos os rios, é que vão perceber que
ninguém come dinheiro " .
Valor Econômico - 20/04/2010
http://educomambiental.blogspot.com/2010/04/nosingenas-do-xingunao-queremos-belo.html
quarta-feira, 1 de junho de 2011
BEM VINDOS AO ANTROPOCENO. É O CAPITALISMO ESTÚPIDO!
Publicamos a seguir a íntegra do editorial, publicado originalmente em português no Vi o Mundo:
LEITURAS:
1- http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/dr-rosinha-a-floresta-chora.html
COMENTÁRIOS
Rogerounielo disse...Para: "Seres Humanos no Planeta Terra, Irmãos em Consciência Cósmica Una." Veja o comentário na íntegra clicando no item (comentários) abaixo da postagem
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