IMPOSTOS EM SÃO PAULO

quinta-feira, 7 de junho de 2012

RIO+ 20- ATÉ DEFICIENTES VISUAIS PODEM "VER"

  EMPREGABILIDADE E ACESSIBILIDADE - http://www.lavoroproducoes.com.br/site/

Lavoro Produções Artísticas venceu licitação do Itamaraty para cuidar do serviço de audiodescrição nas cinco salas principais da Rio + 20, no Riocentro.Uma equipe de 25 profissionais vai descrever, em português e inglês, informações visuais das plenárias. É para que pessoas com deficiência visual possam acompanhar os debates. Fonte: Jornal O Globo – coluna Negócios & Cia Outras informações sobre audiodescrição:
1- http://correionago.ning.com/profiles/blogs/youth-blast-conferencia-de-jovens-para-o-rio-20-tem-em-sua-abertu
2- http://pontaopad.me/cupuladospovosmatrizafro
3- http://afroambiental.org/?page_id=108
4- "Um sonho", canção de Gilberto Gil de 1977, gravada no CD "Parabilcamará" em 1992, voltou a circular com força na internet em meados de 2012, um pouco antes da Conferência da ONU sobre Sustentabilidade -- a Rio + 20 --, por sua dramática atualidade. Simpatizante da luta das populações afetadas pela construção da usina de Belo Monte no "rio da diversidade nacional", Gil gentilmente cedeu a música para que se tornasse uma espécie de hino do encontro Xingu +23, onde ribeirinhos, pescadores, indígenas, agricultores e outros impactados se unem para resistir à hidrelétrica. Para saber mais sobre o evento, que acontece de 13 a 17 de junho de 2012, entre no site http://www.xinguvivo.org.br/x23/.
Com agradecimentos a #ATOA
[ Para ver em tablets e smartphones:
https://vimeo.com/43477877 ]

domingo, 3 de junho de 2012

A BIODIVERSIDADE E A ATRAÇÃO HUMANA PELA DESTRUIÇÃO


Há uma década, o mundo tinha um total de 11 mil espécies ameaçadas de extinção. A ONU estabeleceu então a meta de reduzir significativamente esse número. Não deu certo. Desde a Rio 92, o mundo teve uma perda de biodiversidade de 12%, emitiu 40% mais gases poluentes. Só entre 2000 e 2010, perdemos 13 milhões de hectares de florestas.
Os resultados foram conclusivos: a biodiversidade vem caindo nas últimas quatro décadas. Caindo significa: extinção de espécies, redução da extensão de bosques e manguezais e, deterioração de zonas com arrecifes de coral. Além disso, a avaliação mostrou que ambientes naturais estão se fragmentando, com destruição de flora e fauna. A Mata Atlântica brasileira seria um exemplo disso. No passado, o segundo bosque mais extenso da América do Sul, hoje se conservam aproximadamente 10%, numa área fragmentada em parcelas diminutas.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

CÚPULA DOS POVOS E A RIO+20

Para implantar a soberania alimentar, tem de mudar muito. Não há soberania alimentar no capitalismo, em grande parte pelo controle corporativo da agricultura. O povo tem que deter esse controle e os governos, apoiar os produtores de alimentos, apoiar a pequena produção com crédito, estrutura e ajudar a criar os mercados locais. É central desmantelar o modelo capitalista e fortalecer os pequenos produtores”, afirma Martin.Os movimentos sociais do campo avaliam que a Rio+20, cujo slogan é “o futuro que queremos”, irá debater o futuro que corporações e o capital financeiro querem, pois é impossível se falar em proteção ambiental sem que se discutam mudanças profundas no sistema econômico que as causa em primeiro lugar. “Não há muitas expectativas em termos de soluções na Rio+20, mas acho que o capital vai sair fortalecido devido à aprovação de conceitos como o da economia verde”, prevê Martin.Nesse quadro, diversos movimentos sociais, como a Via Campesina, o MST e os Amigos da Terra, que irão compor a Cúpula dos Povos, um evento paralelo à Rio+20 que irá debater a crise ambiental sob a ótica da sociedade civil.
“A ideia da Cúpula dos Povos é fazer uma grande mostra a partir dos próprios povos e demonstrar que não há necessidade de grandes empresas continuarem acumulando e privatizando a riqueza. Diversos povos, campesinos, quilombolas, sindicatos, organizações que já fazem concretamente uma proposta de sociedade diferente do que está colocada - e que socializa a relação com a natureza, a riqueza, gera trabalho – estarão reunidas nesse espaço”, afirma Marcelo Durão, da Via Campesina.
LEIA MAIS:
http://www.mst.org.br/content/agrotoxicos-interesses-e-anti-jornalismo-da-revista-veja
http://www.cultura.gov.br/riomais20/
GENTILEZA DA PROF. IONARA URRUTIA MOURA - LEITURA

As experiências dos principais grupos de pesquisadores do Brasil e do Chile que realizam estudos na área de cartografia tátil são narradas no livro Cartografia tátil: orientação e mobilidade às pessoas com deficiência visual.A publicação reúne artigos de pesquisadores da Universidade Tecnológica Metropolitana de Santiago do Chile (UTME), Universidade de São Paulo (USP), Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e de outras instituições.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

DESMATAMENTO E TRABALHO ESCRAVO ALIMENTAM CADEIA DE AÇO


Greenpeace - 17 de maio de 2012
O estudo "Carvoaria Amazônia”, produzido pelo Greenpeace, mostra irregularidades na cadeia de produção do ferro gusa. Siderúrgica envolvida contesta acusações. A cada quatro horas, ativistas do Greenpeace se revezam pendurados na corrente da âncora do navio Clipper Hope. Nesta quarta-feira (16/05), a ação, que tem prazo indeterminado, completa 48 horas. O cargueiro impedido de trafegar está a serviço da empresa maranhense Viena Siderúrgica e tenta ancorar na baía de São Marcos, a 20 quilômetros de São Luís, no Maranhão, para receber um carregamento estimado de 30 mil toneladas de ferro gusa. -"Não pretendemos sair daqui”, disse por telefone Paulo Adário, que lidera a ação pelo Greenpeace. Ele conversou com a DW Brasil a bordo do navio Rainbow Warrior, usado pela ONG em protestos em todo mundo.
A ação dos ativistas quer chamar a atenção para a cadeia de produção do ferro gusa, matéria-prima do aço, que tem deixado um rastro de destruição na Amazônia, denuncia a organização ambientalista. Simultaneamente ao protesto, a ONG lançou o relatório "Carvoaria Amazônia: como a indústria de aço e ferro gusa está destruindo a floresta com a participação de governo”, que coletou informações ao longo de dois anos sobre a atividade no Norte do Brasil.
Carvão: a raiz do problema
O estudo do Greenpeace afirma que a cadeia de produção do ferro na região amazônica do país inclui desmatamento, trabalho escravo e desrespeito a povos indígenas. E ainda: gigantes como Ford, General Motors, Nissan, Mercedes, BMW e a produtora de equipamentos agrícolas John Deere teriam participação indireta nessas irregularidades. Cerca de 80% de todo o ferro gusa ligado à devastação da região são exportados para os Estados Unidos para abastecer essas marcas.
A matéria-prima é extraída em Carajás, nos territórios do Pará, Amazonas e Tocantins. A região se tornou um polo de produção de ferro a partir da década de 1980 – de lá para cá mais de 40 altos-fornos se instalaram no local, operados por 18 empresas guseiras. A demanda por carvão para alimentar os altos-fornos deu origem a inúmeras carvoarias.
"O que sobrou de mata amazônica no Maranhão está dentro de áreas protegidas ou são terras indígenas. E essas áreas têm sido invadidas por madeireiros que buscam madeira para exportação e consumo interno e para produção de carvão”, acusa Adário. Dados oficiais mostram que 75% da floresta original que cobria o estado já foram desmatados.O uso de mão de obra análoga à escrava em carvoarias isoladas no meio da mata é, segundo a Comissão Pastoral da Terra, de conhecimento das autoridades: entre 2003 e 2011, foram libertados mais de 2.700 trabalhadores em situação degradante. Muitas dessas carvoarias, diz o relatório, usam madeira obtida de forma ilegal para produzir o carvão. Esse combustível irá, mais tarde, aquecer os altos-fornos para transformar o ferro gusa.No final de 2011, o Ibama comprovou que as maiores siderúrgicas do Pará utilizam carvão ilegal na produção do ferro-gusa. "Mais do que isso, as siderúrgicas fomentam o desmatamento da floresta amazônica em todo o sul e sudeste paraense para obter o carvão de que precisam, acobertando essa origem irregular com Guias Florestais fraudadas”, afirmou Luciano da Silva, coordenador da operação que foi batizada como Saldo Negro.O Ibama estimou, por exemplo, que o consumo de carvão vegetal da Siderúrgica do Pará, empresa de porte médio, correspondeu nos últimos cinco anos a 370 quilômetros quadrados de desmatamento ilegal.
Viena Siderúrgica contesta acusações
Outra empresa problemática, afirma Paulo Adário, é a Viena Siderúrgica. O navio Clipper Hope, impedido de atracar pelos ativistas do Greenpeace, será carregado com ferro gusa obtido nos altos-fornos dessa companhia e seguirá para os Estados Unidos.Questionada, a Viena Siderúrgica disse que foi surpreendida com o teor do relatório Carvoaria Amazônia. "Documentos em poder da empresa, tais como licença de operação e comprovação de regularidade no sistema DOF administrado pelo Ibama, comprovam a regularidade dos fornecedores no período em que a Viena manteve negociações com estes”, escreveu Wanderley M. dos Santos, advogado da siderúrgica, em resposta à DW Brasil.Ainda segundo o advogado, "a siderúrgica repudia todas as práticas citadas pelo relatório, reafirmando que sempre trabalhou para ser reconhecida pelas práticas socioambientais adequadas, por projetos de transformação social nas comunidades próximas à empresa e pela transparência de suas ações”.
Solução para o problema
Para o Greenpeace, não basta que o governo brasileiro combata as ilegalidades sociais e ambientais. "As montadoras, construtoras e outros consumidores de aço precisam identificar se os fornecedores de ferro gusa processado com carvão vegetal respeitam as leis brasileiras”, exige a ONG.Esse grandes consumidores, adiciona Paulo Adário, precisam adotar procedimentos para monitorar se sua cadeia de suprimento não destrói a floresta, não contém matéria-prima proveniente de áreas protegidas ou de terras indígenas, nem emprega mão de obra análoga à escrava.

Nádia Pontes

sexta-feira, 18 de maio de 2012

CARTAS DO SÍTIO E PARA O SÍTIO "ROSA DOS VENTOS" !


Momentos na Rosa dos Ventos
Montes Claros, 16 de maio de 2012.
Esta é uma mensagem de agradecimento às pessoas que partilharam comigo o tempo que fiquei na Rosa dos Ventos, entre dezembro de 2011 e fevereiro de 2012. Um relato de uma experiência tão rica que não tive por muito tempo palavras para relatar, o que faço agora. Creio que este tempo foi necessário para que eu pudesse compreender as coisas sentidas.Não sei se tod@s que participam deste grupo já foram à Rosa, fiquei na dúvida se aqui era o lugar correto para este relato. Mas sinto que sim, que contar a minha experiência pode incentivar ou ir de encontro a quem precisa, como precisei, de uma pausa na vida! A Rosa dos Ventos é um lugar mágico, um lugar de reencontro, de resgate das buscas que deixamos ao longo da vida de acreditar... Durante a minha estadia, senti-me mais próxima de Deus, mais sensível à vida e à importância que devemos dar às pessoas e não às coisas. É incrível como a energia do lugar faz tão bem à alma, aquieta as nossas angústias e recarrega a nossa esperança.
Brandão, a Maristela me disse em janeiro que a energia da Rosa é a sua presença, é você a bateria que despeja lá esta carga mágica. E mesmo quando você não se encontra lá, nas vezes que vai  ao ir embora deixa no ar a sua essência que continua a abastecendo a tod@s que ali se encontram. Concordo com ela! Obrigada por ter me dado a oportunidade de estar e partilhar na Rosa dos Ventos momentos que me encheram de alegria e me iluminaram na minha escrita da tese.
Ao Tião agradeço imensamente. Quanta ternura e paz senti emanar de você querido amigo e vizinho. E como era bom sentir o seu acolhimento com as suas risadas gostosas, com as comidas que dividia comigo... saudade do mingau de milho verde!
Ao Seo Ná, pedreiro da futura nova casa do Brandão. Nossas conversas me alegravam, a parada para o café era sempre motivo para uma pausa no trabalho. Era a hora de ouvir as suas histórias engraçadas sobre a Rosa (outra Rosa) e seus espinhos, e sobre o cotidiano e de me alegrar com elas.
À Ingrid, minha irmã do coração que trazia o lindo e querido Artur (Pequeno Rex) para me alegrar. E que, ao me ver perdida e angustiada sem saber por onde começar com o meu trabalho, chegou para mim com toda a sua paciência e me contou sobre as suas experiências... os caminhos que ela trilhou na sua dissertação e que partilhou comigo nas nossas conversas foram o primeiro impulso para eu encontrar e abrir o meu também. Obrigada querida!
À Sandra, querida amiga e irmã ariana! Sempre envolta numa aura de pura leveza, obrigada pelas conversas, pelo jogo da transformação (experiência rica e reveladora) e pela dança. Espero reencontrá-la no meu retorno.
Ao Juninho! Amigo querido, nunca esquecerei o seu acolhimento, as boas risadas que você me provocou com algum comentário engraçado. Você é parte da Rosa Juninho! Trago-o comigo e agradeço a oportunidade de tê-lo conhecido melhor, de ter percebido que a sua grandeza de alma, que às vezes se esconde, é enorme e acolhe a todos que têm a sensibilidade e a oportunidade de percebê-la. Ainda sinto o gosto das suas farofas de ingredientes esquisitos, mas... deliciosas! As suas palavras enquanto subíamos a Pedra Branca na madrugada da minha despedida da Rosa estão gravadas em minha memória. Já quase alcançando o topo, numa nuvem de neblina que chegava com grande força e nos envolvia, deparamo-nos com um lindo jardim natural de flores brotadas na rocha. O Juninho parou, olhou para o jardim e me disse com os braços estendidos: estas são as flores das suas páginas!  Simbolicamente, você me ofertou aquelas cores! Quanta emoção senti ao receber de você este jardim Juninho!
Tantas coisas ocorreram nesses dias...as idas solitárias à capela, o silêncio, as caminhadas no entardecer ao morro das estrelas com a Maristela, a Joyce, a Fernanda, a Ligia e o Brandão, os banhos de cachoeira, o por do sol com tod@s, mais o Daniel, os filhos da Mari, a Alê a Ana Paula escoteira, a Luciane, a Irene e quem mais estivesse ou chegasse... Voltei da Rosa dos Ventos com uma tese já estruturada (que ainda se encontra em construção, mas com o esqueleto pronto), o que algumas vezes duvidei conseguir. Na minha angústia pela incapacidade que sentia de escrever, tudo isso foi fundamental para que eu conseguisse a paz de espírito e a inspiração. Não vejo a hora de estar retornando e de estar me reabastecendo novamente... da mágica que envolve a Rosa dos Ventos!
Obrigada a tod@s que tive a felicidade de encontrar, de conhecer e de partilhar esses momentos.
Um abraço carregado e regado de bem querer! Graça
Maria das Graças Campolina Cunha
Professora do Departamento de Geociências
Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES
Fones (38) 30810047 e 91460300
COMENTÁRIOS :

Carlos R.Brandão
Gente querida,
Eu também concordo. Por isto mesmo estarei lá nos dias 20 e 21 de maio e, depois, entre 5 e 14 de junho. Quem tenha coragem e carinho, venha estar com a gente nos dias de junho.E mais, a idéia é um julho inteiro entre frios, geadas e trabalhos de harmonização da Rosa dos Ventos. Quem virá? Quem ficará? Quem participará? Quem viverá?
Com carinho, desde Vitória,Carlos

sexta-feira, 11 de maio de 2012

DIA DA MÃE TERRA!


CONTOS, DIÁLOGOS E COMENTÁRIOS DE UMA TERRA
Aquarela de Judith Fonseca -1949 - "Colheita de maçãs"
Distrito de Valinhos-Campinas - SP
Local - PAIQUERÊ


domingo, 29 de abril de 2012

O QUE SUSTENTAMOS??? A QUE CUSTOS?

BRASIL JÁ É O TERCEIRO MAIOR CREDOR DOS ESTADOS UNIDOS

Até agora, ninguém deu a notícia. Com 372 bilhões de dólares em reservas internacionais, o Brasil acaba de se converter, aplicando mais da metade delas em “treasuries”, no terceiro maior credor individual externo dos Estados Unidos, como pode ser visto na própria página oficial do tesouro norte-americano, cujo link publico abaixo. O acúmulo de reservas internacionais, cujo custo de carregamento tem caído em linha com a redução da taxa SELIC, serve para valorizar o dólar com relação ao real, favorecendo nossas exportações,e é, sobretudo, uma arma geopolítica, que mantêm em situação positiva a imagem do Brasil frente às agências internacionais de classificação de risco e em uma posição de força em organismos como o G-20, o Banco Mundial e o FMI.
Conheço empresários brasileiros de linha mais desenvolvimentista, no entanto, que pensam que a política de acúmulo de dólares poderia ser complementada com a emissão de moeda, no mercado interno, destinada a investimentos diretos do governo na área de infraestrutura, por exemplo. Tal medida, com uma pequena expansão administrável da inflação, derrubaria o valor do real frente ao dólar, favorecendo as exportações, injetaria dinheiro em todos os níveis da economia produtiva, e criaria milhões de empregos.
 

quinta-feira, 26 de abril de 2012

RURALISTAS DÃO MOTIVO PARA A PRESIDENTA DILMA VETAR O CÓDIGO FLORESTAL


Ruralistas dão motivos para Dilma vetar mudanças no Código Florestal

Rompendo acordo com governo, ruralistas lideram aprovação do Código Florestal na Câmara, ampliando retrocessos do texto elaborado no Senado. A presidenta Dilma ainda não se manifestou, mas possui uma lista de motivos para utilizar sua prerrogativa de veto: o rompimento do acordo por parte dos ruralistas, seus compromissos de campanha de não aprovar nada que aumente o desmatamento e promova a anistia de desmatadores e a pressão internacional às vésperas da Rio+20. A reportagem é de Vinicius Mansur. LEIA A MATÉRIA

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=20036&boletim_id=1177&componente_id=18843


Nos sobrevoos feitos recentemente, foi possível constatar como as obras de Belo Monte têm levado destruição à região do rio Xingu. Até o momento, os investimentos sociais prometidos pelo Consórcio Norte Energia não beneficiaram a população de Altamira. Saiba mais e assine pelo Desmatamento Zero no Brasil http://www.greenpeace.org/brasil/pt/

 

domingo, 22 de abril de 2012

DIA DA TERRA


RIO XINGÚ


INTERESSANTE ANALISAR O OLHAR "FOCADO" E A ANÁLISE DA CEGUEIRA DE UM "SABER"  no ARTIGO
Barriga de peixe, ou o estulto ‘foquismo’ de 
Everaldo Silva
E A DESTRUIÇÃO DA BIODIVERSIDADE
como entendermos porque o Amor é Cego



acesse aqui:
http://www.unicamp.br/unicamp/ju/522/barriga-de-peixe-ou-o-estulto-%E2%80%98foquismo%E2%80%99





O QUE HAVIA AQUI?
http://www.terradagente.com.br/galerias/GFOT,0,3,1310,flora.aspx#0

" DIÁLOGOS E COMENTÁRIOS " Pensando a minha TERRA

Aquarela de Judith Fonseca - 1949 - Colheita de MAÇÃS 
Distrito de Valinhos - Campinas-SP
Um lugar chamado PAIQUERÊ

Odila Fonseca esta aquarela minha mãe pintou em 1949,quando mudamos para Campinas,no sítio recem comprado no então Distrito de Valinhos, quase uma aldeia italiana! ( Colheita de Maçã 1949)


Maria Sylvia Toledo Se ela tivesse se dedicado só à pintura, hoje seria reconhecida como uma das melhores aquarelistas do Brasil. Já naquela época lembrava as pinturas de Gauguim, que as pessoas nem curtiam tanto. O Prof. Norfini, com fama de ótimo pintor, a convidou para fazer uma viajem pelo Brasil, na caravana do cientista Von Hiering, pesquisador e diretor do Museu do Ipiranga, quando ela iria retratando em aquarela a natureza brasileira. O vovô Mário não deixou.( O pai da autora é avô da Odila)

   Teresa Neves Fonseca Batista Realmente ela foi a melhor pintora que tive como exemplo.SAUDADESSSSSSSSSS.( neta da autora e Prof.de Artes)
   Teresa M Joyas hermosa y muy sensible pintura!!!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

CULTURA INDÍGENA: NO DIA DO ÍNDIO FESTIVAL NACIONAL EM BERTIOGA.


Festival Nacional de Culturas Indígenas
   Desfile das delegações, acendimento do fogo sagrado e apresentação das tradições culturais são algumas das atividades da abertura oficial de mais uma edição do Festival Nacional da Cultura Indígena, que começa, em Bertioga, no próximo dia 19, se estendendo até o dia 21, com a participação de quatro etnias vindas do Norte e Centro-Oeste do país: Kayapó, Xambioá, Kîsêdejê e Mamaindê, além da Guarani – anfitriã do encontro e originária da Reserva Rio Silveira, de Boracéia, no Município.
A abertura oficial será às 18 horas, com cerimônia espiritual, na arena montada na Praça de Eventos (Praia da Enseada-Centro). Pela manhã, às 10 horas, no Parque dos Tupiniquins (entorno do Forte São João – Centro), será aberta a Feira de Artesanato, que reúne trabalhos de todas as etnias participantes. Das 14 às 18 horas haverá várias apresentações na Tenda Cultural, também no Parque dos Tupiniquins.
Dia do Índio
Na abertura do evento, dia 19, quando se comemora o Dia do Índio, várias atividades culturais serão apresentadas na Tenda Cultural, a partir das 14 horas. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Turismo, Comércio e Assuntos Náuticos, está convidando, além do público em geral, escolas interessadas em participar do evento, para conhecer os costumes e artesanatos das etnias presentes, que somam cerca de 250 índios de diversas localidades do país. As escolas interessadas podem fazer o agendamento de visitas pelos  telefones (13)3317-4889 ou (13)3317-4060.
Conheça um pouco de cada etnia Kayapó - Vivem no Mato Grosso (MT) e Pará (PA) em aldeias dispersas ao longo do curso superior dos rios Iriri, Bacajá, Fresco e de outros afluentes do Rio Xingu. O território kayapó está situado sobre o planalto do Brasil Central a, aproximadamente 300 ou 400 metros acima do nível do mar. Trata-se de uma região preenchida por vales, em área praticamente recoberta pela floresta equatorial, preenchida por algumas áreas de cerrado. A Fundação Nacional de Saúde (Funasa), dados de 2010, estima uma população de 8638 índios Kayapó.
Xambioá - Essa etnia vive no Estado de Tocantins e estão divididos em duas aldeias, localizadas na margem direita do rio Araguaia. Falam a mesma língua que os Karajá e os Javaé da Ilha do Bananal, mas mantêm muito menos contato com esses que com a população vizinha.
"Xambioá" vem de ixybiowa ("amigo do povo") que era como se chamava uma aldeia que existiu na foz do rio de mesmo nome, a montante do atual Posto Indígena.  A autodesignação Karajá do Norte, e o desuso do termo Xambioá, indicam o desejo do grupo de se identificar, prioritariamente, com a macro-etnia, com uma matriz cultural comum a todos os grupos Karajá. Devido ao intenso decréscimo populacional, seu povoado, hoje estimado pelos últimos estudos em 268 membros, passou por mudanças culturais importantes. Como os demais grupos indígenas da região os Xambioá podem ser definidos, basicamente, como pescadores. O peixe é a principal fonte de proteínas para seus habitantes.

Kisêdjê - Constituem o único grupo de língua Jê que habita o Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso (MT). Atualmente, esses indígenas, também conhecidos como Suyá, estão distribuídos em aldeias e postos. Ngôjwêrê, aldeia localizada no limite da Terra Indígena Wawi é onde vive a maior parte da população, estimada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em 330 membros.
Os Kisêdjê têm se destacado na luta pela integridade de seu território, tanto no que diz respeito a questões ambientais, quanto a pleitos pela recuperação de suas terras tradicionais que ficaram fora dos limites do Parque
.
Mamaindê - Os Mamaindê vivem na aldeia de Capitão Pedro no Vale do Guaporé, no Mato Grosso (MT) e uma família na cidade de Vilhena, em Rondônia (RO). Estão localizados entre os rios Cabixi e Pardo. Também conhecidos como Nambiwara do Norte, ou Nambiwara-Mamaindê, moram em terras situadas entre os rios Cabixi e Pardo. Sua língua oficial é a Nambiwara do Nambikwara Setentrional.
Os membros desta etnia preferem construir suas aldeias em áreas mais elevadas na beira do cerrado onde o solo é arenoso. A aldeia atual está situada num planalto chamado Yu'kotndu que significa 'pendurada na
Guarani - Também conhecidos como Ava-Chiripa, Ava-Guarani, Xiripa ou Tupi-Guarani, é considerado um dos povos mais populosos do Brasil, somando mais de 30 mil índios. Em Bertioga estão na reserva indígena Rio Silveira, na divisa com o município de São Sebastião, mas existem reservas espalhadas por todo país beira/boca (da serra)'. Os Mamaindê confeccionam colares e outros adornos para vender. O poder do xamã é considerado pelos Mamaindê em objetos e enfeites corporais, como as voltas de colares de contas pretas de tucum, dados pelos espíritos dos mortos e o pajé que o iniciou. São coisas mágicas que o capacita a enxergar as coisas invisíveis dos espíritos. Enxergam também os enfeites dentro dos outros.
. Os Guarani vivem basicamente da agricultura, através do plantio do arroz, da mandioca, entre outros alimentos. Suas danças, cantos e rituais são direcionados ao Deus Tupã, pedindo proteção às pessoas e à natureza.www.bertioga.sp.gov.br 
FOTOS: Acessar o link para fotos da Assessoria de Imprensa http://www.bertioga.sp.gov.br/galeria

terça-feira, 17 de abril de 2012

CARTAS DE CARLOS BRANDÃO: A TODAS AS PESSOAS QUE HABITAM A ROSA DOS VENTOS

E QUE CRIAM ALGO NA ROSA DOS VENTOS OU QUE VÃO SEMPRE OU UMA VEZ OU OUTRA NA ROSA DOS VENTOS,
Várias pessoas receberam a minha "carta de 6 de fevereiro". Nela, depois de algumas conversas, comento como resolvemos criar nos espaços na Rosa dos Ventos, e também entre os outros espaços da Rosa, mas fora dela (Alto Zen, Canto das Águas, Chão Goiano) lugares, cenários de vivências, estudos, convivências, criações e trabalhos, de diferentes e convergentes vocações. Então, o que existe da "porteira da Rosa dos Ventos" para dentro (e para cima) ficou repartido assim:  A Casa Grande (que em lembrança de outra casa gostaria de chamar "Casa da Serra") e seu entorno, que permanece acolhendo a abrigando as pessoas que chegam (há 17 anos) para estarem de algumas horas a alguns anos na ROSA DOS VENTOS. O Centro Mutirão de Educação Popular e Economia Solidária, que ficará sediado especialmente na Casa Azul, e em outras casas e espaços novos mais ao fundo, em direção à mata. Lá será com prioridade o local de nossas reuniões de estudos e práticas relacionadas aos temas e ações do Centro Mutirão,e também reuniões do Grupo do Tao.
Um novo espaço que irá da Capela até à Casa do Sol, passando pela Casa de Pedra  destinado a vivências e convivências de mais silêncio e espiritualidade. A equipe que está criando este "lugar na Rosa" deu a ele o nome de ROSA ZEN. Entre os festejos do Ano Novo e o Carnaval, vivemos momentos de festa, de confraternização e de pré-estudos sobre justamente estes rumos para a ROSA DOS VENTOS. Um momento marcante neste começo de ano foi o do Carnaval. Junto com as mais diferentes pessoas que vieram estar conosco no "Carnaval dos 17 anos da Rosa dos Ventos", chegaram porteira e portas adentro: Chico Simões e Flávia, de Brasília, e mais Dércio Marques, Lucimar e sua gente. E mais João Bá (a caminho de 80 anos, mas parecido com um ser-sem-idade), João Arruda com Alik, filho e viola, Pio, Fernando Guimarães, com família completa. E, para nossa surpresa imensa, O Paulo Maricotte, outro brasiliense do Nordeste, poeta repentista e cantor do sabido e do improviso. Assim foram três noites de mamulengo ("na hora!")  e mais cantorios de viola e violão. Vieram também algumas pessoas que guiadas por Pedro, pela primeira vez (que eu saiba) subiram pela frente, com cordas e aparatos de escalada, um paredão da Pedra Branca. Eu, ex-guia de escaladas em 1959, fiquei em casa olhando de longe, com alegria e serena inveja.  Ele vai enviar imagens e vamos partilhar. Temos solenes planos de arborismo entre as árvores grandes da Rosa dos Ventos. E, entre músicas e encontros, decidimos alguns momento de calendário que a seguir transmito a vocês. Esta  mensagem vai também para pessoas do Centro Mutirão e do Rosa Zen, para um "toque final" e para diversos ajustes. Vale o mesmo pro pessoal do Grupo do Tao.
16 ABRIL DE 2012
Tomiko e toda a gente caldense amiga,
Consegui aqui em Uberlândia com a Maristela que ela compactasse uma parte das fotos da escalada do paredão frontal da Pedra Branca.Na minha mensagem dos 72 anos (Tomiko, estou chegando perto de você!) eu transcrevo uma passagem do Pedro Santos, que comandou a escalada e me enviou fotos. Na verdade há uma outra série, mas da simples caminhada á Pedra Branca. E há mais belas fotos de Pocinhos e região.Tomiko, acho que poderia ser matéria para o novo número do SONHA CALDAS. O próprio Pedro poderia escrever algo, ou eu escreveria (com nostalgia).Juninho, quem terá o e-mail do Pedro? Ele me mandou um Disquete por correio e não colocou o e-mail. Estou em Uberlândia e milagrosamente chove em pleno abril, no começo do cerrado. Durante a viagem eu vi uma série tão grande deslumbrante de Paineiras em flor, desde Campinas a Uberlândia, que nem sabia se estava indo para Uberlândia ou se já havia chegado ao Paraíso.Abraço vocês com carinho,Carlos

quinta-feira, 5 de abril de 2012

PASSAGEM PARA UM MUNDO DE VALORES!

*ORAÇÃO LAKOTA*(WAKAN TANKA)
Grande Mistério,
Ensina-me a confiar em meu cor
ação,
em minha mente,
em minha intuição,
na minha sabedoria interna,
nos sentidos do meu corpo,
nas benções de meu espírito.
Ensina-me a decifrar os meus sonhos,
e ver também, com o olho da alma,
Ensina-me a confiar nisso tudo,
para que eu possa entrar no meu Espaço Sagrado  e amar além de meu medo,
  E dessa forma Caminhar em Equilíbrio  a cada passo do glorioso Avô Sol.