IMPOSTOS EM SÃO PAULO

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

MOVIMENTOS!!! PARA O SUL ATRAVÉS DOS MOVIMENTOS SOCIAIS E DO ESPORTE ADAPTADO

 O Sul do Brasil movimenta se em defesa  de recursos vitais, assim como o norte,leste e oeste do BRASIL!!!
http://sulemmovimento.blogspot.com/Sul em Movimento
A CAMINHO DA ESCOLA atropelado por um trem TRANSFORMOU SE  NUM DOS MELHORES DO MUNDO
http://raposasdosul.blogspot.com/2010/08/vitoria-em-floripa.html#comment-form

NOTÍCIAS DAS PARAOLIMÍADAS
TRAVESSIAS  POSSÍVEIS TALVEZ ESTEJAMOS ACOSTUMADOS!!!MAS ESTA DE CROISSON É PARA PARARMOS E ADMIRARMOS !!! AMPUTADO NOS QUATRO MEMBROS

domingo, 29 de agosto de 2010

Io ENCONTRO DOS POVOS E COMUNIDADES ATINGIDAS E AMEAÇADAS POR GRANDES PROJETOS

Carta dos 4 Rios 

AO ENTARDECER DESTE GOVERNO,UM APELO DAS POPULAÇÕES RIBEIRINHAS

Nós, povos indígenas, negros e quilombolas, mulheres, homens, jovens de comunidades rurais e urbanas da Amazônia brasileira, participantes do I Encontro dos Povos e Comunidades Atingidas e Ameaçadas por Grandes Projetos de Infra-Estrutura, nas bacias dos rios da Amazônia: Madeira, Tapajós, Teles Pires e Xingu, em Itaituba, oeste do Pará, entre os dias 25 e 27 de agosto de 2010, vimos através desta carta denunciar a todas as pessoas que defendem a Vida que:
Historicamente no Brasil todos os grandes projetos de infra-estrutura sempre trouxeram destruição e morte aos modos de vida dos seus povos originários e populações tradicionais em benefício de grandes grupos econômicos. A construção de hidrelétricas como a de Tucuruí, no Pará, Samuel em Rondônia, Estreito no Tocantins e Balbina no Amazonas são exemplos claros dos males que esse modelo de desenvolvimento produz.
As ameaças que vem sofrendo as populações dos rios Madeira, Tapajós, Teles Pires e Xingu também são motivos de nossas preocupações, ocasionadas pelos falsos discursos de progresso, desenvolvimento, geração de emprego e melhoria da qualidade de vida, vendidos pelos governos e consórcios das empresas em uma clara demonstração do uso da demagogia em detrimento da informação verdadeira, negada em todo o processo de licenciamento e implantação dos empreendimentos, a exemplo do que vem ocorrendo no rio Madeira, onde a construção dos complexos hidrelétricos de Santo Antonio e Jirau já expulsou mais de três mil famílias ribeirinhas de suas terras, expondo-as a marginalidade, prostituição infanto-juvenil, tráfico e consumo de drogas, altos índices de doenças sexualmente transmissíveis e assassinatos de lideranças que denunciam a grilagem de terra por grandes latifundiários, estes os “grandes frutos” desse modelo de desenvolvimento.
Condenamos o autoritarismo que seguidos governos militares e civis utilizaram e ainda utilizam contra as populações vulneráveis como o uso da força, expulsão da terra, da criminalização dos movimentos sociais, da ameaça física, da cooptação de lideranças e a completa exclusão das suas opiniões dos chamados processos de licenciamentos.
Condenamos a privatização de nossos recursos naturais, que provocam insegurança e degradação de povos, culturas e sabedorias milenares, das nossas florestas, dos nossos rios  e da nossa sociobiodiversidade.
Condenamos também os grandes empreendimentos por significarem acúmulo de capital, concentração de terras e de poder político sobre nossas vidas.
Defendemos:
Que aliança dos Povos e Comunidades da Pacha Mama, da Pan-Amazônia se fortaleça a cada passo dado rumo à construção de um novo mundo possível.
O “bem viver” como princípio de vida em contra-ponto à lógica da acumulação, da competição, do individualismo, da superexploração dos trabalhadores e trabalhadoras e dos nossos recursos naturais;
Um projeto de integração de nossos povos, com respeito à sociobiodiversidade e aos nossos modos tradicionais de produção que geram qualidade de vida e segurança alimentar;
Queremos nossos Rios Vivos e Livres, por isso exigimos:
A suspensão total e imediata da construção de barragens em nossos rios;
Que sejam acatados os estudos de diversos especialistas que propõem a repotenciação das UHEs mais antigas;
Investimentos imediatos na melhoria da qualidade das linhas de transmissão de energia;
Que o Plano Decenal de Expansão Energética aumente a percentagem de investimentos em pesquisas e implementação de fontes de energias verdadeiramente limpas e renováveis.
VIVA A ALIANÇA DOS POVOS DOS RIOS E DAS FLORESTAS!

Itaituba, PA, Pan Amazônia, 27 de agosto de 2010.

Assinam esta Carta:
Aliança Tapajós Vivo; Movimento Xingu Vivo para Sempre; Movimento Rio Madeira Vivo; Movimento Teles Pires Vivo; Movimento dos Atingidos por Barragens; Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira; Fórum da Amazônia Oriental; Fórum da Amazônia Ocidental; Fórum Social Pan-Amazônico; Frente de Defesa da Amazônia; Comitê Metropolitano do Movimento Xingu Vivo para Sempre; Prelazia do Xingu; Instituto Universidade Popular; FASE-Amazônia; International Rivers; Associação Etno-Ambiental Kanindé; Instituto Madeira Vivo; Coordenação da União das Nações e Povos Indígenas de Rondônia, noroeste do Mato Grosso e sul do Amazonas; Rede Brasileira de Justiça Ambiental; União dos Estudantes de Ensino Superior de Santarém; Movimento em Defesa da Vida e Cultura do Rio Arapiuns; Terra de Direitos; Fundo Mundial para a Natureza; Fundo DEMA; Instituto Amazônia Solidária e Sustentável; Centro de Apoio Sócio Ambiental; Comitê Dorothy; Comissão Pastoral da Terra; Conselho Indigenista Missionário; Conselho Indígena Tapajós-Arapiuns; Grupo de Defesa da Amazônia; Federação das Associações dos Moradores e organizações Comunitários de Santarém, Federação das Organizações Quilombolas de Santarém;União de Entidades Comunitárias de Santarém; Sociedade Paraense de Direitos Humanos; Vivalt Internacional Brasil; Comissão Verbita Jupic – Justiça, Paz e Integridade da Criação; MMCC – Pará – Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade do Pará; Fórum dos Movimentos Sociais da BR 163; MMTACC – Movimento de Mulheres de Altamira Campos e Cidade; Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade Regional BR- 163 – Pará; Movimento de Mulheres do Campo e da Cidade – Regional Transamazônica Xingu; SOCALIFRA; Nova Cartografia Social da Amazônia; Grupo de Trabalho Amazônico Regional Transamazônico Xingu;Associação do Povo Indígena Juruna do Xingu – Km 17; Associação de Resistência Indígena Arara do Maia; Coordenação das Associações de Remanescentes de Quilombos do estado do Pará – MALUNGU; Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santarém; Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns; Movimento Juruti em Ação; Fórum de Mulheres da Amazônia Paraense; Grupo de Mulheres Brasileiras; Articulação de Mulheres Brasileiras; Comissão em Defesa do Xingú; Associação dos Produtores Rurais da Volta Grande do Xingu; Aliança Francisclareana; Associação indígena Kerepo; Fórum dos Movimentos Sociais; Associação Indígena Pusurú; Conselho indígena Minduruku do Alto Tapajós; Associação Suíço-Brasileira Batista de Apoio na Amazônia (Missão Batista); Associação Indígena Pahyhy’p;  .

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O MAIOR DIA DO MUNDO!! CONSEGUIMOS !!!!!!!!!!!! HOJE DIA 26 DE AGOSTO DE 2010

Umidade do ar em Campinas cai para nível de deserto
Abaixo de 12% o índice é comparável ao encontrado em áreas desérticas, e decretado estado de emergência
25/08/2010 - 18h04 . Atualizada em 25/08/2010 - 18h32
Delma Medeiros

Com a intensificação da massa de ar seco sobre a região, a umidade relativa do ar caiu ainda mais em Campinas, conforme medição do Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (Ciiagro), do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), chegando à mínima de 12,63% às 16h. Abaixo de 12% o índice é comparável ao encontrado em áreas desérticas, e decretado estado de emergência. Nessa condição é recomendável evitar exposição ao sol e atividades ao ar livre, interrupção de aulas de educação física e, em casos extremos, até mesmo a suspensão de aulas e atividades como entrega de correspondência, entre 10h e 16h.

Pelos dados do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura (Cepagri) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a mínima foi de 18,7% às 14h40. O coordenador do Ciiagro, Orivaldo Brunini, explicou que as medições variam conforme a localização do posto de medição. As duas unidades do Ciiagro, nas imediações da Fazenda Santa Elisa, apontou o menor índice mínimo registrado nesta terça-feira (24/08). Os postos do Cepagri ficam na Unicamp, Taquaral e Aeroporto de Viracopos.
Saúde
Esse conjunto de fatores aumenta o risco das pessoas adoecerem, sendo que os problemas mais comuns são dor de cabeça, tontura, náusea, irritação nos olhos, nariz e garganta, gripes, viroses e outras doenças respiratórias e alérgicas. Diante desse quadro, a Secretaria de Saúde de Campinas, divulgou ontem um comunicado às unidades de saúde da rede pública com informações sobre o clima seco. O documento orienta com relação aos cuidados a ser adotados e comunicados à população para evitar agravos à saúde. Segundo a Secretaria, a população deve adotar cuidados dentro e fora de casa, sendo que a regra básica é manter a boa hidratação corporal, com ingestão de muita água e sucos naturais, e alimentação farta de verduras e frutas.

Leia a matéria completa na edição impressa do Correio Popular do dia 26/08/2010

NOTINHAS RAPIDAS

P.S.: 1 VEM AÍ A REVISÃO DO CÓDIGO FLORESTAL: QUATRO ESTADOS QUEIMAM SEM SEM CONTROLE 

P.S.: 2  300 PODEM VIRAR MIL
http://www.ciranda.net/brasil/article/300-podem-virar-mil-ano-que-vem

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

RECOMENDAÇÕES DE UM PROFESSOR


Prezados,
Odila encontrou na nuvem da web essa interessante palestra do Boaventura Sousa Santos. 
  http://www4.ensp.fiocruz.br/biblioteca/home/exibedetalhesBiblioteca.cfm?ID=11033&tipo=B 
Creio que a filosofia dele vai além do que temos pensado. Ele tangencia a saúde do trabalhador com aspectos relativos aos acidentes (do trabalho e não do trabalho), cultura, mercado, e até mais valia. O Blog da Odila reflete a multidão de pensamentos que povoam outra nuvem - as idéias dela em prol da defesa do ambiente e da humanidade.
http://educomambiental.blogspot.com/ ]
Pergunto a vocês se seria material para um link no Observatório ou se as idéias contem um contraditório que teria potencial para quebrar um consenso entre as centrais sindicais. Abraços,Heleno.
RESPOSTA AO PROF. HELENO 
 Professor Heleno Correa, (UNICAMP) , pelo menos 20 anos de convívio com sua persistente busca e envolvimento com as questões de Saúde e Doenças na área ocupacional nos trouxeram um modo instigante de ver o mundo ao nosso entorno. Reconhece lo como uma referência confiável para nós foi de uma grande importância. Mas o que nos chama a atenção até hoje é o carinho e a solidariedade - paciente e cultivada "pelos ossos do ofício" do ser Professor ético e admirado pelos seus alunos e amigos neste embate entre poderes  - Como sabes, também fui SINDICALISTA, fundadora do SINDSAÚDE, precedido pela ASSES - ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA SAÚDE NO ESTADO DE S.PAULO -  e atuante desde a fundação da CUT. Cabe e encaixa muito bem sua observação sobre o contraditório e o pensamento militante da fé cega (faca amolada?) a espera da voz de comando. Ser sujeito político e pensador descobrindo as amarras e as teias por onde empacamos ao longo da vida, quebrando mesmo as eternas repetições do pensamento histórico - e o ser humano não é só história - existem outras perspectivas e viés  que o pensamento repetitivo não consegue desenvolver e muito menos expandir se. E´ do UNIVERSO _UNIVERSITAS ,como a foto que você tem na tela de  seu computador, a expansão e a criação...a que coloco aqui tem outra forma que a sua sua...
P.S.: Quando fui colocar as TAGs nos marcadores ao digitar o nome da CUT a palavra CUTRALE sobrepunha a  CUT. Aflitivo. Daí veio a sequência...LARANJA ...OMISSÃO etc...coisas da internet...irreversíveis daqui para a frente... mas que por outro lado nos dá o que pensar. Nesta foto há uma observação  sobre a evolução destas bactérias...( no caso a da Gripe Espanhola )...umas modificaram se e outras permaneceram como sempre foram... é da NATUREZA
A rosa de Hiroxima
Vinicius de Morais

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas oh não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa sem nada

6 de agosto de 1945, nunca mais!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ALTAMIRA RECEBE O ACAMPAMENTO : EM DEFESA DO XINGÚ! CONTRA BELO MONTE!

Evento acontece entre os dias 9 e 12 de agosto, na Orla do Cais do Porto e espera receber cerca de 500 lideranças indígenas para discutir os impactos dos grandes projetos na Amazônia, com ênfase em Belo Monte
Entre os dias 9 e 12 de agosto, acontecerá em Altamira, no Pará, o acampamento Em Defesa do Xingu: Contra Belo Monte! O evento é organizado pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), maior instância de representação dos povos e organizações indígenas dessa região, em parceria com a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Conselho Indigenista Missionário (Cimi), Instituto Socio Ambiental (ISA) e Movimento Xingu Vivo para Sempre.A mobilização acontecerá na Orla do Cais do porto de Altamira e contará com a presença de diversas lideranças indígenas do país, de ribeirinhos e comunidades tradicionais, bem como populações que serão diretamente atingidas pela hidrelétrica de Belo Monte. Durante o encontro, serão debatidas temáticas relacionadas aos impactos dos grandes empreendimentos na Amazônia, tudo a partir da realidade e experiência dos participantes.
A discussão será dividida em quatro eixos temáticos: grandes empreendimentos (Usina de Belo Monte, hidrelétrica no rio Madeira e rodovia 163, entre outros); luta do Movimento Indígena; luta do Movimento Popular; terras indígenas (demarcação, atividades que impactam a cultura dos povos indígenas, desmatamento).
O evento será uma oportunidade para os povos indígenas manifestarem seu posicionamento, expressarem sua opinião e, principalmente, tentarem um novo diálogo com o governo federal, uma vez que os povos indígenas não tiveram seus direitos de consulta prévia, garantidos pela Constituição Federal, Convenção 169 da OIT e a Declaração da ONU dos Direitos dos Povos Indígenas, respeitados.
O acampamento, que deve reunir cerca de 500 lideranças indígenas, terá encerramento com a elaboração de um documento contendo as reivindicações e propostas sugeridas por todos e com a realização de um ato público pelas ruas de Altamira. Todas as discussões e encaminhamentos do evento serão levados para o Acampamento Terra Livre Nacional, que este ano acontecerá em Campo Grande (MS), de 16 a 20 de agosto. O ATL é o grande evento indígena em âmbito nacional. Ele acontece todos os anos em Brasília, tendo sido transferido de modo excepcional para Mato Grosso do Sul como uma maneira de denunciar as graves violações de direitos a que estão submetidos os Guarani e demais povos indígenas do estado. O Acampamento Terra Livre Local conta com o apoio das organizações Amazon Watch, International Rivers, Amigos da Terra, Fundação Nacional do Índio (Funai) e Ministério da Saúde.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

ECONOMIA SOLIDÁRIA E O SÍTIO ACOLHEDOR DE CARLOS BRANDÃO

Prezados/as,
Veja a reportagem da EPTV (Globo) sobre a criação da
Regional Poços de Caldas do Fórum Sul Mineiro de Economia Solidária e a Rosa dos Ventos (Caldas, MG).
clique no link abaixo 
Abraço solidário.
Paulo César Araújo
p/Coordenação do
Fórum Sul Mineiro de Economia Solidária
Incubadora de Cooperativa de Varginha
Av. Dr. Modena, 141 Bairro de Fátima
CEP 37010-190 Varginha - MG
Tel.: (35)3690-2529 (35)3690-2122
Amigo e Companheiro CARLOS, Paulo Cezar e todxs da Rosa dos Ventos,
EFUSIVOS PARABÉNS pela excelente reportagem, que estou compartilhando com as redes de economia solidária e justiça ambiental.
Alegria saber da criação do Regional de Poços de Caldas. Pensem sempre em dar um passo além do fórum, que é a constituição de uma REDE.
Enquanto o fórum é apenas um espaço de debate, a Rede articula produtores e consumidores, promove comércio justo baseado em preços solidários ou na economia do dom, compartilha tecnologias e metodologias, atua com a lógica do suficiente, da abundância e da produtividade sistêmica e não só individual ou grupal.
Que vontade de ir aí outra vez!
Segue o mais recente Massa Crítica, do PACS. Idéias como a do indicador FIB podem ser aplicadas na comunidade Rosa dos Ventos! Pensemos juntxs!
Abraços,
Marcos
Marcos, companheiro,
Você tem, mais uma vez, toda a razão. Conversamos sobre tudo isto na Rosa dos Ventos e em outros lugares. Os fóruns podem virar algo parado no tempo e no espaço. Só somos de fato o que devemos ser quando em movimento, quando em redes, teias, raizes que se estendem em todas as solidárias direções.
O video com a sua fala na CPFL, introduzida pelo Leoardo, tem sido um momento fecundo de "aula de sabedoria" em todos os encontros.
De outra parte, começo justo agora uma re-leitura completa de sua trilogia.
Três perguntas:
1) Seria possível um acordo VOZES + IDÉIAS E LETRAS para os seus três livros serem vendidos juntos e de maneira mais accecível justo para as pessoas que querem muito lê-los e estudá-los e não podem comprar os três?
2) Seria possível (ou já existe) colocar "no ar" uma súmula completa e inteligente das idéias contidas nos três? Imagino algo longo, como um vasto e generoso capítulo-síntese  e guia de leitura. Seria excelente para pessoas como as que tenho encontrado nos três últimos encontros de que participei aqui no Sul de Minas.
3) Além daquele vídeo, você tem mais algum, sobretudo mais ligado à socioeconomia solidária? Como disponibilizar e "colocar em rede".
Um abraço amigo pra você, o músico Pablo e Claudia.
Que sua mãe - esta guerreira - esteja vivendo em momentos de paz.
Carlos

Gente amiga,
Comparto com vocês este video que foi feito como reportagem de uma TV de Poços de Caldas. Foi sobre o Fórum Sulmineiro de Economia Solidária, realizado na Rosa dos Ventos.
Se o video enviado funcionar, vocês verão momentos do encontro, da Rosa dos Ventos, uma fala do Paulo Cezar, nosso coodenador, uma pequena, minha e a de outras e outros participantes.
Estamos felizes pela criação do Regional de Poços de Caldas, envolvendo várias cidades do Vulcão de Caldas e de perto, com sede na Rosa dos Ventos.
Um abraço solidário
Carlos Brandão

domingo, 25 de julho de 2010

SAUDE DO TRABALHADOR: MAGNATAS DO AMIANTO SÃO CONSIDERADOS CRIMINOSOS NA ITALIA E NO BRASIL



L’inchiesta Eternit si estende al Brasile


terça-feira, 20 de julho de 2010

XINGÚ,O SANGUE DE NOSSA SOBREVIVÊNCIA:ÁGUA E ENERGIA NÃO SÃO MERCADORIAS. (Assista ao filme aqui!)

O Movimento dos Atingidos por Barragens historicamente tem resistido contra a construção de barragens e lutado pela garantia dos direitos dos atingidos. Com a ameaça de Belo Monte, mais uma vez se faz necessário e urgente denunciar que a água e a energia não são mercadorias e que a vida do povo e do meio ambiente deve ser respeitada.Neste sentido,produzimos o vídeo:“Xingu,o sangue da nossa sobrevivência”, que retrata a luta e a resistência dos povos do Xingu contra Belo Monte. O vídeo foi dirigido e editado pelo cineasta italiano Andrea Rossi, diretor do filme “O Chamado do Madeira”.
O lançamento será no Rio de Janeiro, às 20 horas do dia 22 de julho (Escola de Educação Física, UFRJ – Ilha do Fundão). Convidamos a todos e a todas para que participem de mais este ato de manifestação pública contra Belo Monte. O vídeo pode ser acessado pelos links abaixo:
 http://www.youtube.com/watch?v=jgEcU5N_VSk I Parte
 http://www.youtube.com/watch?v=3ENk1q5g6gg II Parte
 http://www.youtube.com/watch?v=Eog_SjVHql4 III Parte
 http://www.youtube.com/watch?v=LPmVic8yxiQ IV Parte final
Em defesa da Amazônia, não à Belo Monte! Águas para vida, não para morte!
Setor de Comunicação _ Movimento dos Atingidos por Barragens
MEMOMÓRIA DO BLOG 

EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE BRASILEIRO E DA PRODUÇÃO DE ALIMENTOS SAUDÁVEIS: NÃO AO SUBSTITUTIVO DO CÓDIGO FLORESTAL!

No último dia 09 de junho de 2010, o Dep. Federal Aldo Rebelo (PCdoB/SP) apresentou o seu relatório à Comissão Especial, criada na Câmara dos Deputados, para analisar o Projeto de Lei nº. 1876/99 e outras propostas de mudanças no Código Florestal e na Legislação Ambiental brasileira. O referido relatório, de mais de 250 páginas, apresenta a proposta de substituição do Código Florestal (Lei nº. 4.771, de 15 de setembro de 1965).
Apesar de ser de 1965, o Código Florestal é bastante atual, pois está baseado em uma série de princípios que respondem às principais preocupações em torno do uso sustentável do meio ambiente.
Nesse sentido, as entidades populares, agrárias e ambientalistas, reconhecendo a necessidade de atualizar as leis, sempre defenderam o aperfeiçoamento do Código Florestal, especialmente para adequá-lo à realidade da agricultura familiar e camponesa. Há a concreta necessidade de se criar regulamentações que possibilitem ao Código atender às especificidades da agricultura familiar. Além disto, é essencial uma série de políticas públicas de fomento, crédito, assistência técnica, agroindustrialização e comercialização, as quais garantirão o uso sustentável das áreas de reserva legal e proteção permanente.
Estas mudanças, no entanto, são muito distintas das propostas no Projeto de Lei (PL). Isso porque, segundo cálculos de algumas entidades da área ambiental, a aplicação do mesmo resultará na emissão entre 25 bilhões a 30 bilhões de toneladas de gás carbônico só na Amazônia. Isso representa em torno de seis vezes a redução estimada de emissões por desmatamento que o Brasil estabeleceu como meta. Consequentemente, esta emissão impediria o país de cumprir esta meta assumida na conferência do clima de Copenhague.
Podemos afirmar que todo o texto do Projeto de Lei é insatisfatório, privilegiando exclusivamente os desejos das forças mais arcaicas do Brasil: os latifundiários. Dentre os principais pontos crítico do PL, podemos citar:: anistia completa aos desmatadores; a abolição da Reserva Legal para agricultura familiar; a possibilidade de compensação desta Reserva fora da região ou da bacia hidrográfica; e a transferência do arbítrio ambiental para os Estados e Municípios.
Primeiro, de acordo com o substitutivo, a responsabilidade de regulamentação ambiental passará para os estados. É fundamental entendermos que os biomas e rios não estão restritos aos limites de um ou dois Estados, portanto, não é possível pensar em leis estaduais distintas capazes de garantir a preservação dos mesmos. Por outro lado, esta estadualização representa, na prática, uma flexibilização da legislação, pois segundo o próprio texto, há a possibilidade de redução das áreas de Preservação Permanentes em até a metade se o estado assim o entender.
Em segundo lugar, o Projeto acaba por anistiar todos os produtores rurais que cometeram crimes ambientais até 22 de julho de 2008. Os desmatadores que descumpriram o Código Florestal terão cinco (5) para se ajustar à nova legislação, sendo que os mesmos não poderão ser multados neste período de moratória e ficam também cancelados embargos e termos de compromisso assinados por produtores rurais por derrubadas ilegais. A recuperação dessas áreas deverá ser feita no longínquo prazo de 30 anos!
Em terceiro lugar, o Projeto desobriga a manutenção de Reserva Legal para propriedades até quatro (4) módulos fiscais, as quais representam em torno de 90% dos imóveis rurais no Brasil. Essa isenção significa, por exemplo, que imóveis de até 400 hectares podem ser totalmente desmatados na Amazônia – já que cada módulo fiscal tem 100 hectares na região –, o que poderá representar o desmatamento de aproximadamente 85 milhões de hectares. É fundamental entendermos que a Constituição Federal estabeleceu a Reserva Legal a partir do princípio de que florestas, o meio ambiente e o patrimônio genético são interesses difusos, pertencente ao mesmo tempo a todos e a cada cidadão brasileiro indistintamente. E é fundamental ter claro que nenhum movimento social do campo apresentou como proposta essa abolição da RL, sempre discutindo sobre a redução de seu tamanho (percentagem da área total, principalmente na Amazônia) ou sobre formas sustentáveis de exploração e sistemas simplificados de autorização para essa atividade.
Ainda sobre a Reserva Legal, o texto estabelece que, nos casos em que a mesma deve ser mantida, a compensação poderá ser feita fora da região ou bacia hidrográfica. Além disso, esta recomposição poderá ser feita por meio do plantio de espécies exóticas. Isso significa que a supressão de vegetação nativa pode ser compensada, por exemplo, por monoculturas de eucaliptos, pinus, ou qualquer outra espécie, descaracterizando o bioma e empobrecendo a biodiversidade.
O Projeto de Lei traz ainda uma conseqüência nefasta, ou seja, a anistia dos desmatadores ou a isenção em respeitar o mínimo florestal por propriedade, destrói a possibilidade de desapropriação daquelas propriedades que não cumprem a sua função ambiental ou sócio-ambiental, conforme preceitua a Constituição Federal em seu art. 186, II.
Em um momento onde toda a humanidade está consciente da crise ambiental planetária e lutando por mudanças concretas na postura dos países, onde o próprio Brasil assume uma posição de defesa das questões ecológicas nacionais e globais, é totalmente inadmissível que retrocedamos em uma legislação tão importante como o Código Florestal. É inaceitável que uma legislação de 1965 seja mais moderna, ética e preocupada com o futuro da sociedade brasileira do que uma proposta de 2010.
A proposta do deputado Aldo Rebelo atenta violentamente contra a sua história de engajamento e dedicação às questões da sociedade brasileira. Ao defender um falso nacionalismo, o senhor deputado entrega as florestas brasileiras aos grandes latifundiários e à expansão desenfreada do agronegócio. Ao buscar combater supostas influencias de ONGs internacionais, se esquece que na realidade que é internacional é o agronegócio brasileiro, subordinado ao capital financeiro estrangeiro e às transnacionais do setor agropecurário e agroquímico. A sua postura em defesa do agronegócio o coloca imediatamente contrário à agricultura camponesa e familiar, a qual diz defender.
Por isso, nós, intelectuais, artistas e organizações sociais abaixo-assinadas, exigimos a total rejeição do Projeto de Lei de autoria do deputado Aldo Rebelo.
VIA CAMPESINA
MST – MOVIMENTO DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS SEM TERRA
MPA – MOVIMENTO DOS PEQUENOS AGRICULTORES
MMC – MOVIMENTO DAS MULHERES CAMPONESAS
FETRAF – FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NA AGRICULTURA FAMILIAR
CIMI – CENTRO INDIGENÍSTA MISSIONÁRIO
CPT – COMISSÃO PASTORAL DA TERRA
CNASI – CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE ASSOCIAÇÕES DOS SERVIDORES DO INCRA
 Depoimento Lider Guajajara  

domingo, 18 de julho de 2010

TEORIA DA COMUNICAÇÃO E CULTURA: MENTES SUSTENTÁVEIS

Dr. Evandro Vieira Ouriques, pesquisador e consultor, é conhecido pela sua liderança através da mente Management, trabalhando com a cultura organizacional e individual como base para a Sustentabilidade e, assim, a Democracia. Ele é um pioneiro no avanço da Teoria da Comunicação e Cultura, à frente da Sustentabilidade Imperativos-Dr. primeiro livro 'Ouriques, Ecologia Total, foi escrito em 1975. Ouriques 'Dr. foco é no-Economia Política da Comunicação Psycho, que contém sua teoria sustentável de comunicação e metodologias de funcionamento, a utilização sustentável Mind Management: a quarta e última Bottom Line (SMM) e Diagnóstico Visual Estratégico (SVD).
Uma cruz-disciplinar, desde 1984, Dr. Ouriques é Coordenador do Centro de Estudos Trans-disciplinar em Comunicação e Consciência da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Pesquisador Associado do Programa Avançado de Cultura Contemporânea e Diretor de Comunicação e Cultura com o Centro de Estudos do Futuro pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Seus temas principais são: Território Mental e Ação; Política e Discurso; Participação e Alternativas para o Desenvolvimento; Diálogo Multicultural; Non-dualismo; de juros, o poder eo dom, Cultura Digital, Redes e Direitos à Comunicação, Liberdade e Social Bondage, Non-Violent Estado Mental; Mythology Creative e Imagem e Consciência. Dr. Evandro Ouriques é membro de acadêmicos e associações profissionais no Brasil e no exterior, bem como conselhos de redacção, e mantém várias parcerias com organizações como a UNESCO.
De 'extensa bibliografia Ouriques Dr, destaques incluem: Diálogo Entre as Civilizações: a Experiência Brasileira (Diálogo entre as Civilizações: a experiência brasileira, 2003); Território Mental: o Nó Górdio da Democracia (Mental Territory: A Democracia Gordian Knot, 2009) , Gestão da Mente Sustentável: o Desenvolvimento Socioambiental Como Questão da Comunicação e da Consciência (Mente Sustentável gestão sócio-ambiental do desenvolvimento: como a questão da comunicação e consciência, 2006).

terça-feira, 13 de julho de 2010

CÓDIGO FLORESTAL : A MOTOSERRA COMEÇA A DERRUBÁ LO! COM ÊLE A ANISTIA AOS CRIMES AMBIENTAIS INCLUINDO A MORTE DA IRMÃ DOROTHY,CHICO MENDES E OUTROS - ANEPS NACIONAL

CÓDIGO FLORESTAL : A MOTOSERRA COMEÇA A DERRUBÁ LO! COM ÊLE A ANISTIA AOS CRIMES AMBIENTAIS INCLUINDO A MORTE DA IRMÃ DOROTHY,CHICO MENDES E OUTROS - ANEPS NACIONAL
1- http://racismoambiental.net.br
http://racismoambiental.net.br/2010/05/comissao-votaria-amanha-regras-para-exploracao-mineral-em-area-indigena-mas-reuniao-foi-cancelada/
2-

http://www.agencia.fapesp.br/materia/124...

 http://www.assembleiapopular.org/index.php/democratizacao-da-terra/166-plebiscito-popular-veja-como-fazer-parte.html
Semana da Pátria- de 31 do 8 a 7 do 9
  http://www.limitedaterra.org.br/videos.php  
 DIA 24 DE AGOSTO DE 2010
Amazônia perde 29 áreas protegidas
Por pressão de madeireiros, fazendeiros, mineradores ou do próprio governo, 29 áreas protegidas na Amazônia foram reduzidas ou extintas entre 2008 e 2009. O total de florestas perdidas no processo foi de 49 mil km2. As reduções ocorreram sem consultas públicas ou estudos técnicos, como manda a lei. Os dados são de um estudo do Imazon, publicado hoje na internet. Os pesquisadores Elis Araújo e Paulo Barreto levantaram 37 iniciativas entre novembro de 2008 a novembro de 2009 para reduzir 48 unidades de conservação ou terras indígenas na Amazônia. Até julho deste ano, 23 propostas haviam sido concluídas - 93% delas resultaram em perda da área protegida. O Estado de Rondônia, o mais desmatado da Amazônia, é o campeão na redução. Outro exemplo é a redução do Parque Estadual do Xingu, em Mato Grosso - FSP, 22/8, Ciência, p.A27.
Marquinho Mota
Assessoria de Comunicação - Rede FAOR
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(91) 8268 4457 - Belém
(93) 9142 4472 - Santarém
Pai da Iamã, da Anuã e do Iroy
Assessoria à Rádios Comunitárias
Viva o Rio Xingu, Viva o Rio Tapajós,Vivos Para Sempre!!!

quinta-feira, 1 de julho de 2010

"BARCAROLA DO SÃO FRANCISCO ME LEVE PARA AMAR"! de Geraldo Azevedo e Carlos Fernando

"OLHO D´AGUA,BEIRA DE RIO, VENTO, VELA A BAILAR,BARCAROLA DO S.FRANCISCO ME LEVE
PARA AMAR!"
FOTO:João Zinclar:
Rio S.Francisco,
chegando em Piranhas,
Alagoas, 
com apenas 17% de sua capacidade...
depois de muita chuva 
Transposição do Rio São Francisco: Conhecemos essa história, de outros canais... Vindos de todos os estados do Nordeste, Minas Gerais e São Paulo nos encontramos em Campina Grande, na Paraíba. Somos 82 pessoas, vítimas dos impactos da malfadada Transposição do rio São Francisco e de outras grandes obras do capital que estão em curso no Nordeste. Representantes de movimentos sociais, sindicatos, associações, comunidades, ONGs, pastorais, nos reunimos durante os dias 17, 18 e 19 de junho de 2010 para discutirmos os males que a realização dessa obra tem nos causado e o que vamos fazer para enfrentá-los.O Projeto da Transposição representou para alguns, inicialmente, a esperança de ter acesso a água farta para nosso consumo e uso na produção. O início das obras, no entanto, revela a verdadeira natureza e as intenções inconfessas desse projeto. Trata-se de fortalecimento de um modelo de desenvolvimento econômico que serve ao grande capital nacional e internacional e não respeita a população que diz beneficiar. Longe disso, a Transposição tem representado prejuízos e ameaças principalmente para as populações mais pobres, entre elas camponeses, indígenas, quilombolas, moradores das periferias urbanas e não só eles. As suas graves conseqüências se estendem e vitimizam a todos nós nordestinos e brasileiros.  

A promessa mentirosa de 12 milhões de beneficiados pela transposição já está evidente na longa lista dos impactos atuais sobre a população atingida pelas obras: desalojamento de famílias; perda dos meios de produção e das terras mais férteis; dificuldades de acesso à água; desemprego e subemprego; indenizações não pagas ou injustas; novas moradias não concluídas; escolas precarizadas; migração para as cidades; perda das raízes sociais e culturais; aumento da violência,da prostituição, da gravidez adolescente e do alcoolismo; depressão; casos de suicídio; desinformação e informação distorcida; intimidação e terrorismo sobre pessoas e comunidades resistentes; ameaças por parte de autoridades; funcionários públicos e de empresas; divisão e desintegração de famílias e comunidades; invasão de propriedades; poeira e insegurança nas estradas causadas pelo intenso tráfego de caminhões; casas rachadas em conseqüência de explosões; pequenas comunidades inchadas pela chegada de operários sem infra-estrutura de suporte; comunidades indígenas e quilombolas desrespeitadas; destruição de cisternas de água para consumo humano e uso agrícola e outras infra-estruturas de convivência com o semiárido; desmatamento; extinção de animais silvestres; seca de nascentes, interrupção de rios e riachos e envenenamento de águas; trabalho precário e superexplorado nas obras; pagamentos em atraso; desemprego com o término das obras; igreja dividida, omissa ou francamente favorável ao projeto; órgãos públicos não assumem responsabilidades, empurram para outros; atingidos sem ter a quem recorrer ...
"Queria esta água; mas não esperava que fosse desse jeito..."; "queria esta água mas não queria sair" são queixas muito ouvidas estes dias. Queremos água, terra e vida digna, mas dentro de um modelo que respeite a nossa cultura. O semiárido brasileiro é viável, tem água. São 70 mil açudes e 36 bilhões de metros cúbicos de água acumulada. Alternativas mais baratas e viáveis como as divulgadas pelo Atlas Nordeste da ANA (Agência Nacional de Água) e pela ASA (Articulação do Semiárido) estão mais de acordo com o belo sertão que vivenciamos e que almejamos.
O que precisamos é democratizar o acesso a esse bem tão precioso para a vida de todos nós. Isso é o que motiva a nossa luta e resistência. Por isso afirmamos o nosso compromisso em nos mobilizar e continuar na luta para que tenhamos vida e A História da Transposição não é nova, é a reedição de folhetins que conhecemos de outros canais. 
Frente Paraibana em Defesa das Terras, das Águas e dos Povos do Nordeste - Frente Cearense por uma Nova Cultura da Água e Contra a Transposição do Rio São Francisco - Articulação Popular pela Revitalização do São Francisco (MG, BA, PE, AL, SE) - Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) - Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) - Articulação dos Povos Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (APOINME) - Conselho Pastoral dos Pescadores - CPP (NE) - Comissão Pastoral da Terra Regionais NE I (CE), NE II (PE, PB, RN, AL) e NE III (BA) - Conselho Indigenista Missionário - Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP) - Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Apodi/RN e Santa Maria da Boa Vista/PE - Rede Nacional de Advogados Populares (RENAP) - Marcha Mundial das Mulheres - Diaconia.
 Ingrid Campos Articulação Popular do São Francisco - Assessoria de Comunicação (71) 3329-5750 / 3328-4672
  http://www.saofranciscovivo.com.br/
MEMÓRIA DO BLOG:

População ribeirinha em manifestação contra a transposição do Rio S.Francisco em 2005
 "Mais uma vez os homens, desafiados pela hora atual, se propõe, a si mesmos, como problema. Descobrem que pouco sabem de si, de seu "posto no cosmos", e se inquietam por saber mais" Paulo Freire,    iniciando "Pedagogia do Oprimido"
AINDA SOBRE AS ÁGUAS
AS ÁGUAS TURVAS DA NESTLÉ
Carla Klein  
Há alguns anos a Nestlé vem utilizando os poços de água mineral de São Lourenço para fabricar água marca PureLife. Diversas organizações da cidade vêm combatendo a prática, por muitas razões.   As águas minerais, de propriedades medicinais, e baixo custo, eram um eficiente e barato tratamento médico para diversas doenças, que entrou em desuso, a partir dos anos 50, pela maciça campanha dos laboratórios farmacêuticos para vender suas fórmulas químicas através dos médicos. Mas o poder dessas águas permanece.Médicos da região, por exemplo, curam a anemia das crianças de baixa renda apenas com água ferruginosa. Para fabricar a PureLife, a Nestlé, sem estudos sérios de riscos à saúde, desmineraliza a água e acrescenta sais minerais de sua patente. A desmineralização de água é proibida pela Constituição. Cientistas europeus afirmam que nesse processo a Nestlé desestabiliza a água e acrescenta sais para fechar a reação. Em outras palavras, a PureLife é uma água química.A Nestlé está faturando em cima de um bem comum, a água, além de o estar esgotando por não obedecer às normas de restrição de impacto ambiental, expondo a saúde da população a riscos desconhecidos. O ritmo de bombeamento da Nestlé está acima do permitido. Troca de dutos na presença de fiscais é rotina. O terreno do Parque das Águas de São Lourenço está afundando devido ao comprometimento dos lençóis subterrâneos. A extração em níveis além do aceito está comprometendo os poços minerais, cujas águas têm um lento processo de formação. Dois poços já secaram. Toda a região do sul de Minas está sendo afetada, inclusive estâncias minerais de outras localidades. Durante anos a Nestlé vinha operando, sem licença estadual. E finalmente obteve essa licença no início de 2004. Um dos brasileiros atuantes no movimento de defesa das águas de São Lourenço, Franklin Frederick, após anos de tentativas frustradas junto ao governo e imprensa para combater o problema, conseguiu apoio, na Suíça, para interpelar a empresa criminosa. A Igreja Reformista, a Igreja Católica, Grupos Socialistas e a ong verde ATTAC uniram esforços contra a Nestlé, que já havia tentado a mesma prática na Suíça.Em janeiro deste ano, graças ao apoio desses grupos, Franklin conseguiu interpelar pessoalmente, e em público, o presidente mundial do Grupo Nestlé. Este, irritado, respondeu que mandaria fechar imediatamente a fábrica da Nestlé em São Lourenço.   No dia seguinte, o governo de Minas (PSDB), baixou portaria que regulamentava a atividade da Nestlé. Ao invés de multas, uma autorização, mesmo ferindo a legislação federal. Sem aproveitar o apoio internacional para o caso, apoiou uma corporação privada de histórico duvidoso.Se a grande imprensa brasileira, misteriosa e sistematicamente vem ignorando o caso, o mesmo não ocorre na Europa, onde o assunto foi publicado em jornais de vários países, além de duas matérias de meia hora na televisão. Em uma dessas matérias, o vereador Cássio Mendes, do PT de São Lourenço, envolvido na batalha contra a criminosa Nestlé, reclama que sofreu pressões do Governo Federal (PT), para calar a boca. Teria sido avisado de que o pessoal da Nestlé apóia o Programa Fome Zero e não está gostando do barulho em São Lourenço.Diga-se também que a relação espúria da Nestlé com o Fome Zero é outro caso sinistro. A empresa, como estratégia de marketing, incentiva os consumidores a comprar seus produtos, alegando que reverte lucros para o Fome Zero.E qual é a real participação da Nestlé no programa? A contratação de agentes e, parece, também fornecendo o treinamento. Sim, a famosa Nestlé, que tem sido há décadas alvo internacional de denúncias de propaganda mentirosa, enganando mães pobres e educadores para a substituição de leite materno por produtos Nestlé, em um dos maiores crimes contra a humanidade. A vendedora de leites e papinhas "substitutos" estaria envolvida com o treinamento dos agentes brasileiros do Fome Zero, recolhendo informações e gerando lucros e publicidade nas duas pontas do programa: compradores desejosos de colaborar e famintos carentes de comida e informação.Mais preocupante: o Governo Federal anuncia que irá alterar a legislação, permitindo a desmineralização "parcial" das águas.O que é isso? Como será regulamentado?  Se a Nestlé vinha bombeando água além do permitido e a fiscalização nada fez, como irão fiscalizar a tal desmineralização "parcial"? Além do que, "parcial" ou "integral", a desmineralização é combatida por cientistas e pesquisadores de todo o mundo.E por que alterar a legislação em um item que apenas interessa à Nestlé? O que nós cidadãos ganhamos com isso? Sabemos que outras empresas, como a Coca-Cola, estão no mesmo caminho da Nestlé, adquirindo terrenos em importantes áreas de fontes de água.É para essas empresas que o governo governa? Colabore. Transmita estas informações para outras pessoas. Mais informações sobre o caso Nestlé em
www.cidadaniapelasaguas.net

segunda-feira, 28 de junho de 2010

RIO XINGÚ REPETIRÁ OS GRANDES DESASTRES AMBIENTAIS DO RIO MADEIRA

Rio Madeira Vivo "cenário tendencial" Em comparação com o Rio Madeira, o Rio Jamari é pelo menos 16 vezes menor em volume d'água. Como vimos, o lago da UHE Samuel chega a medir mais de 19km de ...www.riomadeiravivo.org/cenario.htm PARA CONHECER MAIS: 

 http://anepsnacional.ning.com/forum/topics/porque-sou-da-terra-penso-belo

terça-feira, 22 de junho de 2010

ROMANCISTA, ANALFABETA, BENZEDEIRA, PREMIADA E CONSAGRADA NACIONALMENTE...ESTA É MILITANA SALUSTINO...OUTRA IMORTAL

BIOGRAFIA MILITANA SALUSTINO DO NASCIMENTO  D.Militana nasceu no povoado de Barreiros, atualmente Santo Antônio do Potengí e foi criada no Sítio Oiteiro, Município de São Gonçalo do Amarante, no dia 19 de março de 1925, filha do Mestre do Fandango Sr. Atanásio Salustino do Nascimento e Maria Militana do Nascimento. Aos sete anos já trabalhava no roçado, plantando mandioca e feijão. Apesar de analfabeta e de ser proibida de cantar pelo seu pai, foi na lida que ela memorizou os romances que atualmente canta e declama, os quais segundo estudiosos são originários da Península Ibérica, característicos do Século XVII. O folclorista e pesquisador Deífilo Gurgel em 1975 conheceu o pai de D. Militana e, após seu falecimento, em 1991 procurou a família para dar continuidade a sua pesquisa. Foi quando descobriu D. Maria José, nome desejado por sua mãe, mas batizada oficialmente de Militana. Até então D. Militana era desconhecida como Romanceira, pois a comunidade de Oiteiro e de São Gonçalo a conhecia como a benzedeira e rezadeira D. Maria José DO SÍTIO OITEIRO. Gosta de ser chamada Maria José por não gostar de seu nome e também por homenagear o santo de sua devoção. Quando afirma: “Nasci no dia de São José, a maré estava vazando e a lua minguante. Tenho sorte?” faz referência ao dia do seu nascimento. No início dos anos 90, a cultura popular são-gonçalense e norte-rio-grandense ganhou um de seus principais expoentes: D. Militana. O seu romance cantando à capela é objeto de pesquisa de alunos e professores das Universidades e de pesquisadores da Cultura Popular, como o próprio Deífilo Gurgel, Dácio Galvão e o Pernambucano Antônio Nóbrega, que durante homenagem ao Mestre Câmara Cascuda, no Teatro Brincante, São Paulo, além de apresentarem-se lhes teceu homenagens.Dois documentários foram destaque: um da Professora Ivanilda Pinheiro da Costa, intitulado “A Romanceira do Oiteiro” , resultado do trabalho “Inventário das Manifestações Culturais do Rio Grande do Norte”, UFRN, e o outro sobre Luis da Câmara Cascudo realizado pela Casa da Indústria com participação especial de D. Militana. Sua biografia também foi mostrada em vídeo por Dácio Galvão, intitulado “Auto Retrato”. Com o título “Romanceira do Oiteiro” D. Militana foi de fato a grande divulgadora da nossa Cultura Popular por todo Brasil. Além de sua terra já fez apresentações em Natal, Aracajú, Paraíba, Mossoró, São Paulo (Projeto Mostra Brasil – SESC- Ipiranga /SP; Teatro Brinque) e Brasília, onde sempre é aplaudida de pé. Em 1999, a Prefeitura Municipal de São Gonçalo do Amarante, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura realiza um projeto denominado “ SÃO GONÇALO MOSTRA SUA ARTE” com objetivo de resgatar sua história e suas tradições culturais através das artes. Um dos resultados deste projeto foi o lançamento do CD SONGA também dá CÔCO, conservando letras, ritmos, contos, danças, músicas e os romances de D. Militana.
PREMIOS:
Já recebeu várias homenagens no Estado e uma delas a do IV Prêmio Pedro Guajiru de Cultura Popular em 2002, durante as comemorações dos 42 anos de emancipação política de São Gonçalo do Amarante, na gestão do Prefeito Francisco Potiguar Cavalcanti Júnior e da Secretária de Educação e Cultura Maria Tereza de Oliveira. No entanto, sua obra mais completa está registrada no CD Livro “Cantares”, com 54 faixas, acompanhado de um encarte com mais de 100 páginas que apresenta as transcrições dos romances cantados realizado pela Fundação Hélio Galvão. O disco, que foi lançado em 2002 pelo projeto Nação Potiguar e contou com a participação de nomes consagrados como o pernambucano Antônio Nóbrega, o maestro da Orquestra Sinfônica do RN Oswaldo D’amore, o sanfoneiro cearense Waldonys, Jubileu Filho e Beethoven, Mestre Salustiano, Gereba, Mingo Araújo, Luismário, oca Costa, Dolores Portela, Euzébio Macaíba, Carlos Zens, João Omar e outros. D. Militana leva uma vida bastante simples, cercada de santos, mangueiras, todos os filhos e netos. Devota de Santo Antônio, Frei Damião e Padre Cícero do Juazeiro. Atualmente D. Militana leva uma vida bastante simples, cercada de santos, mangueiras, todos os filhos e netos. Devota de Santo Antônio, Frei Damião e Padre Cícero do Juazeiro. Está aposentada como trabalhadora rural, com problemas de saúde e vive com sua filha Benedita e netos. Em 2005, no dia 8 de novembro, D. Militana é consagrada nacionalmente. É a primeira e única rio-grandense do norte a ser agraciada com a Medalha de Ordem ao Mérito Cultural do Ministério da Cultura, instituída pelo MinC, em 1995, por decisão do presidente Fernando Henrique Cardoso. Com esta comenda, o governo retoma uma antiga tradição brasileira que vem desde o Segundo Reinado. Em Brasília D. Militana quebrou o Protocolo cantando durante a solenidade e recebeu das mãos do Presidente Lula a condecoração, uma das mais importantes e concedidas pelo governo federal. Na oportunidade, o ministro Gilberto Gil e o presidente homenagearam 34 personalidades que contribuem e contribuíram com a cultura brasileira. Dona Militana esteve ao lado de grandes nomes como o diretor de teatro Augusto Boal, o cantor e compositor João Gilberto, o cineasta José Mojica Marins (Zé do Caixão) e a cantora Maria Betânia. Visivelmente orgulhosa pela homenagem prestada pelo Ministério da Cultura, Dona Militana embaralhou-se na hora de receber a medalha das mãos de Lula.
Em 2006, Lílian de Oliveira Rodrigues defende sua Tese de Doutorado intitulada “A VOZ EM CANTO: DE MILITANA A MARIA JOSÉ, UMA HISTÓRIA DE VIDA” pela Universidade Federal da Paraíba. Nos seus 85 anos de idade D. Militana criou sete (7) dos vinte (20) filhos que teve e por motivo de saúde reside atualmente com sua filha Benedita no loteamento ( bairro) de Santa Terezinha em São Gonçalo do Amarante. D. Militana faleceu aos 85 anos na casa de sua filha Benedita à moda antiga, cercada de filhos, netos, bisnetos e tataranetos no dia 19 de junho de 2010. Seu velório foi no Teatro Municipal de São Gonçalo do Amarante e seu sepultamento no Cemitério Público Municipal. São Gonçalo do Amarante, 21 de junho de 2010.
Maria Tereza de Oliveira
Presidente da Comissão Sãogonçalense de Folclore
Secretária da Comissão Norteriograndense de Folclore
Blogger SOS DIREITOS HUMANOS disse...
DENÚNCIA: SÍTIO CALDEIRÃO, O ARAGUAIA DO CEARÁ – UMA HISTÓRIA QUE NINGUÉM CONHECE PORQUE JAMAIS FOI CONTADA
“As Vítimas do Massacre do Sítio Caldeirão
têm direito inalienável à Verdade, Memória,
História e Justiça!” Otoniel Ajala Dourado
O MASSACRE DELETADO DOS LIVROS DE HISTÓRIA
No município de CRATO, interior do CEARÁ, BRASIL, houve um crime idêntico ao do “Araguaia”, foi a CHACINA praticada pelo Exército e Polícia Militar em 10.05.1937, contra a comunidade de camponeses católicos do SÍTIO DA SANTA CRUZ DO DESERTO ou SÍTIO CALDEIRÃO, cujo líder religioso era o beato “JOSÉ LOURENÇO GOMES DA SILVA”, paraibano negro de Pilões de Dentro, seguidor do padre CÍCERO ROMÃO BATISTA, encarados como “socialistas periculosos”.
O CRIME DE LESA HUMANIDADE
O crime iniciou-se com um bombardeio aéreo, e depois, no solo, os militares usando armas diversas, como metralhadoras, fuzis, revólveres, pistolas, facas e facões, assassinaram na “MATA CAVALOS”, SERRA DO CRUZEIRO, mulheres, crianças, adolescentes, idosos, doentes e todo o ser vivo que estivesse ao alcance de suas armas, agindo como juízes e algozes. Meses após, JOSÉ GERALDO DA CRUZ, ex-prefeito de Juazeiro do Norte/CE, encontrou num local da Chapada do Araripe, 16 crânios de crianças.

A AÇÃO CIVIL PÚBLICA PROPOSTA PELA SOS DIREITOS HUMANOS

Como o crime praticado pelo Exército e Polícia Militar do Ceará é de LESA HUMANIDADE / GENOCÍDIO é IMPRESCRITÍVEL conforme legislação brasileira e Acordos e Convenções internacionais, a SOS DIREITOS HUMANOS, ONG com sede em Fortaleza – CE, ajuizou em 2008 uma Ação Civil Pública na Justiça Federal contra a União Federal e o Estado do Ceará, requerendo: a) que seja informada a localização da COVA COLETIVA, b) a exumação dos restos mortais, sua identificação através de DNA e enterro digno para as vítimas, c) liberação dos documentos sobre a chacina e sua inclusão na história oficial brasileira, d) indenização aos descendentes das vítimas e sobreviventes no valor de R$500 mil reais, e) outros pedidos
A EXTINÇÃO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO DA AÇÃO
A Ação Civil Pública foi distribuída para o Juiz substituto da 1ª Vara Federal em Fortaleza/CE e depois, para a 16ª Vara Federal em Juazeiro do Norte/CE, e lá em 16.09.2009, extinta sem julgamento do mérito, a pedido do MPF.
RAZÕES DO RECURSO DA SOS DIREITOS HUMANOS PERANTE O TRF5
A SOS DIREITOS HUMANOS apelou para o Tribunal Regional da 5ª Região em Recife/PE, argumentando que: a) não há prescrição porque o massacre do SÍTIO CALDEIRÃO é um crime de LESA HUMANIDADE, b) os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO não desapareceram da Chapada do Araripe a exemplo da família do CZAR ROMANOV, que foi morta no ano de 1918 e a ossada encontrada nos anos de 1991 e 2007;
A SOS DIREITOS HUMANOS DENUNCIA O BRASIL PERANTE A OEA
A SOS DIREITOS HUMANOS, como os familiares das vítimas da GUERRILHA DO ARAGUAIA, denunciou no ano de 2009, o governo brasileiro na Organização dos Estados Americanos – OEA, pelo DESAPARECIMENTO FORÇADO de 1000 pessoas do SÍTIO CALDEIRÃO.
QUEM PODE ENCONTRAR A COVA COLETIVA
A “URCA” e a “UFC” com seu RADAR DE PENETRAÇÃO NO SOLO (GPR) podem localizar a cova coletiva, e por que não a procuram? Serão os fósseis de peixes do “GEOPARK ARARIPE” mais importantes que os restos mortais das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO?
A COMISSÃO DA VERDADE
A SOS DIREITOS HUMANOS busca apoio técnico para encontrar a COVA COLETIVA, e pede que o internauta divulgue a notícia em seu blog/site, bem como a envie para seus representantes no Legislativo, solicitando um pronunciamento exigindo do Governo Federal a localização da COVA COLETIVA das vítimas do SÍTIO CALDEIRÃO.
Paz e Solidariedade,
Dr. Otoniel Ajala Dourado
OAB/CE 9288 – 55 85 8613.1197
Presidente da SOS – DIREITOS HUMANOS
Editor-Chefe da Revista SOS DIREITOS HUMANOS
Membro da CDAA da OAB/CE
http://www.sosdireitoshumanos.org.br
sosdireitoshumanos@ig.com.br
http://twitter.com/REVISTASOSDH
27 de junho de 2010 17:59